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Juiz absolve Adélio de tentativa de homicídio a Bolsonaro

O juiz federal Bruno Savino absolveu Adélio Bispo de Oliveira, em razão de ele ter sido considerado inimputável, informa Mateus Coutinho...

Bolsonaro aconselha Moro; "Resita, não desista"

Bolsonaro aconselha Moro; "Resita, não desista"




"O duelo entre petistas e defensores da Lava-Jato"


O presidente da República, Jair Bolsonaro, e o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, participam de cerimônia em alusão ao 154º aniversário da Batalha Naval do Riachuelo, no Grupamento de Fuzileiros Navais, em Brasília (DF).



Sergio Moro foi aconselhado por Jair Bolsonaro a resistir. A leitura é que a popularidade do ministro cresceu nas redes sociais e que a crise das mensagens vazadas reativará o duelo entre petistas e defensores da Lava-Jato.

Alcolumbre incentivou medida contra procuradores da Lava Jato

Alcolumbre incentivou medida contra procuradores da Lava Jato

Aliado de Renan Calheiros, Luiz Fernando Bandeira de Mello é um dos autores da representação feita ao corregedor do Conselho Nacional do Ministério Público para investigar os procuradores da Lava Jato.

Caio Junqueira, na Crusoé, conta que Luiz Fernando, antes de entrar com a representação, consultou Davi Alcolumbre sobre a medida, que foi incentivada pelo presidente do Senado.


Moro desafia a esquerda e os hackers: ‘Se quiserem publicar tudo, publiquem' "quem não deve não teme"



"Publiquem' quem não deve não teme"


 "O sr. está preocupado, está dormindo em paz?"

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, afirmou em entrevista publicada pelo jornal “O Estado de S. Paulo” nesta sexta-feira (14) que não vai se afastar do cargo. Alvo de ataque cibernético e de vazamento de diálogos atribuídos a ele com procuradores da Lava Jato, no Telegram, Moro disse que o país está diante de “um crime em andamento”, promovido, conforme sua avaliação, por uma organização criminosa profissional.


O ex-juiz da Operação Lava Jato vê viés político-partidário na divulgação das mensagens tiradas de aplicativo do coordenador da força-tarefa em Curitiba, Deltan Dallagnol.

Ele falou em “sensacionalismo” e disse que réus e investigados da Lava Jato teriam interesse no caso. O ministro não reconhece a autenticidade das mensagens e, na primeira entrevista após ter virado alvo dos hackers, desafiou a divulgação completa do material.



Ele afirmou ainda não ver ilicitude nos diálogos e disse que conversava “normalmente” também com advogados e delegados, inclusive por aplicativos.


Estadão: O sr. está preocupado, está dormindo em paz?

Estou absolutamente tranquilo em relação à natureza das minhas comunicações. No fundo, esse processo da Lava Jato é um processo muito complicado. É uma dinâmica dentro da 13ª Vara Federal (em Curitiba), o dia inteiro proferindo decisão urgente. E a gente recebia procurador, advogado, a gente falava com advogado, falava com todo mundo. E, eventualmente, utilizava aplicativos de mensagem para tratar isso de maneira dinâmica maior. Mas, quanto à natureza das minhas comunicações, estou absolutamente tranquilo.


Estadão: O sr. não teme novas publicações?

Moro: Não, pode ser que tenham novas publicações. Mas assim, eu sempre pautei o meu trabalho pela legalidade. Os meus diálogos e as minhas conversas com os procuradores, com advogados, com policiais, sempre caminharam no âmbito da licitude. Não tem nada ali, fora sensacionalismo barato.


Juiz absolve Adélio de tentativa de homicídio a Bolsonaro



O juiz federal Bruno Savino absolveu Adélio Bispo de Oliveira, em razão de ele ter sido considerado inimputável, informa Mateus Coutinho, na Crusoé.



O magistrado decidiu que o autor do atentado deve ficar internado por tempo indeterminado e seja submetido a perícia médica daqui a três anos.


E mais; 






O recado de Moro estremece o STF: “Não vou pedir desculpas por ter cumprido o meu dever”
O recado de Moro estremece o STF: “Não vou pedir desculpas por ter cumprido o meu dever”

O recado de Moro estremece o STF: “Não vou pedir desculpas por ter cumprido o meu dever”





Sergio Moro, no Twitter, resumiu sua entrevista para o Estadão e comentou:

“Para o site aliado a hackers criminosos: ‘Publiquem tudo se quiserem’. Agi dentro da legalidade. Não vou pedir desculpas por ter cumprido o meu dever e ter aplicado a lei contra a corrupção e o crime organizado.”

E mais, “Me parece muito claro que existe um viés político-partidário na divulgação dessas mensagens, e na utilização dela. Uma passa pela soltura de um condenado por corrupção e lavagem de dinheiro, que é o ex-presidente Lula, é uma pena. Ele foi condenado em mais de uma instância e por mais de um juiz de primeira instância. Sempre disse com muita clareza que para mim é muito triste ter proferido essa decisão. Isso me trouxe um grande peso, pessoal. Constantemente sou atacado por ter apenas cumprido o meu dever. Era o que a lei determinava e era o que as provas ali revelavam.”

Continua; Não vou me demitir!
“Não, eu me afastaria se houvesse uma situação que levasse à conclusão de que tenha havido um comportamento impróprio da minha parte. Acho que é o contrário. Agora estou em uma outra situação, estou como ministro da Justiça, não mais como juiz, mas tudo o que eu fiz naquele período foi resultado de um trabalho difícil. E nós sempre agimos ali estritamente conforme a lei. Qualquer situação, despido o sensacionalismo, está dentro da legalidade. Conversar com procuradores, conversar com advogados, isso é absolutamente normal".



-Apoiado! 
tem total apoio do "Jornal 21 Brasil". -E a propósito; membros do STF tem que baixar a cabeça e pedir desculpas para o ex-juiz e atual ministro da justiça, que cumpriu apenas com o seu dever. -Ele foi claro, “Não vou pedir desculpas por ter cumprido o meu dever”.



PF no rastro dos autores do crime de invasão  
“Reservadamente, experientes investigadores da área de inteligência dizem acreditar que se trata de um trabalho feito por profissionais, à custa de muito dinheiro. Invadir telefones celulares e acessar dados de aplicativos de mensagens é algo difícil até para os órgãos oficiais de investigação. 




Normalmente, esse tipo de ação depende de tecnologias caríssimas, na casa dos milhões de dólares. Chegar ao autor das invasões é tarefa difícil. Alguns ataques não deixam vestígios, observa Evandro Lorens, diretor da associação que representa os peritos criminais da Polícia Federal. Ele diz ser imprescindível periciar os aparelhos dos alvos.”






PF descobre que alguém pagou Milhões de dólares para roubar mensagens da Lava Jato

PF descobre que alguém pagou Milhões de dólares para roubar mensagens da Lava Jato




"Milhões de dólares para roubar mensagens da Lava Jato"



O roubo das mensagens da Lava Jato custou milhões de dólares, segundo a Crusoé.

“Reservadamente, experientes investigadores da área de inteligência dizem acreditar que se trata de um trabalho feito por profissionais, à custa de muito dinheiro. Invadir telefones celulares e acessar dados de aplicativos de mensagens é algo difícil até para os órgãos oficiais de investigação. 



Normalmente, esse tipo de ação depende de tecnologias caríssimas, na casa dos milhões de dólares. Chegar ao autor das invasões é tarefa difícil. Alguns ataques não deixam vestígios, observa Evandro Lorens, diretor da associação que representa os peritos criminais da Polícia Federal. Ele diz ser imprescindível periciar os aparelhos dos alvos.”

-Será que que o PT ainda tem dinheiro escondido no exterior? -é só uma pergunta.

-Cedo ou tarde, a verdade vai aparecer. 

Opá! Membros do Ministério da Defesa e do Judiciário querem enquadrar The Intercept na Lei de Segurança Nacional (vídeo)



"Membros do Ministério da Defesa e do Judiciário querem enquadrar The Intercept na Lei de Segurança Nacional, segundo Alexandre Garcia"


Nesta quarta-feira (12), o ministro da Defesa, General Fernando Azevedo e Silva, recebeu 29 jornalistas para falar sobre como estão trabalhando as Forças Armadas. Entre os presentes estava o jornalista Alexandre Garcia, que também participou da EXPOJUD, evento que reuniu aproximadamente 500 membros do poder Judiciário.



Garcia garante que tanto entre os membros do Ministério da Defesa, quanto entre os membros do Judiciário, há um consenso de que não há nada de anormal nas conversas vazadas pelo The Intercept. A preocupação primária é com os vazamentos em si. Nesse sentido, em ambos os círculos, haveriam pessoas justificando o enquadramento dos responsáveis pelo vazamento na Lei de Segurança Nacional.

-A lei hoje em vigor foi sancionada em 1983 pelo último presidente militar João Batista Figueiredo (1979-1985), já num período de abertura política. Além de definir crimes contra a ordem política e social, a legislação atribui à Polícia Federal a responsabilidade por apurar quem desafia essa lei.



Em 2000, uma onda de invasões de prédios públicos promovida pelo MST (Movimento dos Sem Terra) passou a ser combatida com a prisão e o indiciamento de integrantes do movimento com base na Lei de Segurança Nacional. Em maio daquele ano, nove agricultores militantes no Paraná foram detidos e também acusados de outros crimes como porte ilegal de arma, formação de quadrilha, desobediência, resistência à prisão e incitação ao crime. Duas semanas antes desse episódio, dois líderes do MST em Mato Grosso já haviam sido enquadrados também com base na Lei de Segurança Nacional.


-Pela Lei de Segurança Nacional, os autores dos crimes de invasão dos celulares podem ser condenados a uma pena de três a dez anos de prisão.


O jornalista falou sobre a questão em vídeo publicado no youtube.
Veja o vídeo:



Popularidade de Moro é aprovada 100%, Estádio lotado aplaude o ex-Juiz (vídeo) a Globo não mostra



O Presidente Jair Bolsonaro e o ministro Sérgio Moro foram juntos assistir uma partida de futebol no Estádio Mané Garrincha, em Brasília, nesta quarta-feira (12).
Quem não se lembra do que aconteceu quando uma certa petista ousou ir a um estádio?

Bolsonaro e Moro foram ovacionados pelo público.


Além da extraordinária confirmação de apoio popular, ficou a demonstração de apoio e confiança do presidente ao seu ministro da Justiça.

Veja o vídeo:



Bolsonaro sai em defesa de Moro "Ele realmente botou para fora as vísceras do poder"  “O que ele fez não tem preço"

Bolsonaro sai em defesa de Moro "Ele realmente botou para fora as vísceras do poder" “O que ele fez não tem preço"




“O que Sergio Moro fez não tem preço"


Jair Bolsonaro falou publicamente, pela primeira vez, nesta quinta-feira, sobre o vazamento de mensagens privadas entre Sergio Moro e procuradores da Lava Jato. O presidente saiu em defesa do ministro da Justiça e Segurança Pública.


“O que ele fez não tem preço. Ele realmente botou para fora, mostrou as vísceras do poder, a promiscuidade do poder no tocante à corrupção”, disse o presidente após um evento no Palácio do Planalto.

Bolsonaro ainda afirmou que Moro “faz parte da história do Brasil” e criticou o vazamento das mensagens.


“Houve uma quebra criminosa, uma invasão criminosa, se é que […] o que está sendo vazado é verdadeiro ou não.”

Militares na esplanada estão em alerta com possível soltura do criminoso, "não solte o lula ou..."






Os militares não querem que Lula, o chefe da ORCRIM, seja inocentado pelo STF.

Diz a Folha de S. Paulo:

“Entre os militares, há visível apreensão com a possibilidade de o petista ser solto. Há uma crença, em especial entre oficiais da ativa, que uma eventual libertação precoce do ex-presidente poderia gerar conflitos sociais.



Entre os generais com assento no governo, o temor é agravado pelo fato de Moro ser uma espécie de símbolo sempre lembrado como indicativo de que o governo de Jair Bolsonaro tem compromisso contra a corrupção.”

-A mais pura verdade. Moro sempre será lembrado como quem deixou sua liberdade para colocar na cadeia criminosos poderosos. -Isso é fato.

Agora; 






Bolsonaro sai em defesa de Moro "Ele realmente botou para fora as vísceras do poder"  “O que ele fez não tem preço"




VERGONHA; decisões do Supremo permitem investigados de ficarem calados nos interrogatórios de CPI

VERGONHA; decisões do Supremo permitem investigados de ficarem calados nos interrogatórios de CPI




Os integrantes das duas CPIs em andamento na Câmara estão indignados com tantas decisões do STF em favor de investigados.

Estimam que varia de 10 a 15 as decisões do tribunal que permitem investigados de ficarem calados nos interrogatórios nas duas CPIs em andamento na Câmara: do BNDES e de Brumadinho.


O relator da CPI do BNDES, Altineu Côrtes (PL-RJ), chegou a dizer dia desses que a ministra Cármem Lúcia foi enganada pelos argumentos de um desses alvos da comissão ao ser convencida a dar uma decisão que o protegeu.

Já o relator da CPI de Brumadinho, Júlio Delgado (PSB-MG), que se reuniu com Dias Toffoli ontem, disse ao ministro ser incoerente o tribunal defender agilidade nas decisões, mas travarem os trabalhos das investigações.

A esquerda esperneia; CNJ arquiva pedido para investigar Sérgio Moro, por troca de mensagens





O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu agora a pouco por arquivar pedido para investigar o ex-juiz Sérgio Moro por mensagens trocadas com procurador da Lava Jato, após vazamento por hackers. Na decisão, o CNJ ponderou que o atual ministro da Justiça não é mais juiz e, por isso, não pode ser alvo do CNJ.





Pedido de investigação havia sido solicitado e apresentado pelo PDT, com aval de Ciro Gomes e André Figueiredo (PDT). A PF extraiu hoje, (11), dados do aparelho celular de Moro para investigar hacking.


No último domingo (9), o site The Intercept publicou uma série de reportagens que revela o conteúdo de mensagens extraídas de um aplicativo na época em que Moro ainda era juiz federal e julgava os processos da Lava Jato no Paraná. Segundo uma das reportagens, o atual ministro da Justiça orientou ações dos procuradores da República que atuavam na força-tarefa e cobrou de Dallagnol novas operações. 





Humberto Martins rejeitou o pedido de investigação apresentado pelo PDT com a justificativa de que Moro não pode mais ser alvo de um procedimento do CNJ em razão de ter abandonado a carreira de magistrado. 





O PDT alegou “conduta suspeita” do atual ministro da Justiça no pedido para que o CNJ investigasse a conduta de Moro nas mensagens de texto divulgadas pelo The Intercept.



A quem interessa o vazamento das conversas entre integrantes da Lava Jato?

 
Réu confesso da invasão de celulares? “Nós ficamos muitas semanas planejando como proteger a nós e a nossa fonte"

Réu confesso da invasão de celulares? “Nós ficamos muitas semanas planejando como proteger a nós e a nossa fonte"



“Nós ficamos muitas semanas planejando como proteger a nós e a nossa fonte"


Glenn Greenwald, cúmplice de hackers, disse hoje em entrevista:

“Nós ficamos muitas semanas planejando como proteger a nós e a nossa fonte contra os riscos físicos, riscos legais, riscos políticos, riscos que vão tentar sujar a nossa reputação", publica O Antagonista em notas.


-Mas ele não afirmou que a fonte do seu material contra Deltan Dallagnol e Sergio Moro é anônima? Como ele pode proteger uma fonte anônima?

-A PF ainda não foi "entrevista-lo"?

-Acabou! ao meu entender, ele confessou ser cúmplice do crime.



PF deve investigar se houve venda de mandato de Jean Wyllys "eventuais transferências de recursos" e possível ligação a invasão de mensagens

PF deve investigar se houve venda de mandato de Jean Wyllys "eventuais transferências de recursos" e possível ligação a invasão de mensagens



O deputado federal José Medeiros (Podemos) enviou à PGR e à PF ofício em que reitera seu pedido para abertura de investigação sobre a “possibilidade de venda do mandato” de Jean Wyllys para o deputado David Miranda (PSOL).

No documento, ele também pede apuração sobre eventuais transferências de recursos entre Glenn Greenwald e Wyllys – que renunciou em janeiro alegando sofrer ameaças.


“Tem que parar de ser ingênuo. Há um claro objetivo político de desestabilizar tudo, para a Lava Jato e impedir a reforma da Previdência. Estamos em guerra contra uma quadrilha”, disse a O Antagonista.

No ofício, Medeiros relaciona a desistência de Wyllys às recentes reportagens do ‘The Intercept’ sobre trocas de mensagens entre Sergio Moro e procuradores da Lava Jato. O parlamentar fala em “invasão cibernética promovida e patrocinada por estrangeiros”.


“Tais fatos não me parecem ser mera coincidência.”





Bolsonaro dá resposta a bandidagem com atitude: Moro é condecorado

Bolsonaro dá resposta a bandidagem com atitude: Moro é condecorado



Demonstrando mais uma vez a sua firmeza de caráter e a sua total e irrestrita confiança no ministro Sérgio Moro, o Presidente da República Jair Bolsonaro protagonizou uma atitude elogiável nesta terça-feira (11).

Moro foi condecorado com a Medalha do Mérito Naval, na cerimônia de comemoração dos 154 anos da Batalha de Riachuelo. Foi o primeiro encontro entre o presidente e o ministro, depois que conversas atribuídas a Moro com procuradores da Lava Jato foram divulgadas no domingo (9) pelo site de um gangster americano travestido de jornalista.


A cerimônia aconteceu no Grupamento de Fuzileiros Navais, no lago Paranoá.
Além da pronta solidariedade de Bolsonaro, o ministro Sérgio Moro tem recebido inúmeras manifestações de apoio vindas de todo o Brasil.