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Juiz absolve Adélio de tentativa de homicídio a Bolsonaro

O juiz federal Bruno Savino absolveu Adélio Bispo de Oliveira, em razão de ele ter sido considerado inimputável, informa Mateus Coutinho...

Acabou o mi mi mi; farsa de Greenwald do Intercept contra a lava jato é revelada, deve ir pra cadeia

Acabou o mi mi mi; farsa de Greenwald do Intercept contra a lava jato é revelada, deve ir pra cadeia




A nova peça de propaganda de Glenn Greenwald contra a Lava Jato é ainda mais amadora que as anteriores.

Para desmontá-la, pule o texto principal e foque sua leitura na íntegra dos diálogos – a chave está na conversa de Moro com Dallagnol e na de Dallagnol com Sergio Bruno, da PGR.

Para compreender o que houve, é preciso colocar as frases em ordem cronológica – respeitando os horários de cada diálogo – e não em blocos separados, como fez Glenn.



***

Era 13 de abril de 2017. Moro envia mensagem a Dallagnol, questionando matéria sobre FHC, o que indica que o então juiz ficou sabendo da apuração pela TV.

Moro – 09:07:39 – Tem alguma coisa mesmo seria do FHC? O que vi na TV pareceu muito fraco?
Moro – 09:08:18 – Caixa 2 de 96?
Dallagnol – 10:50:42 – Em pp sim, o que tem é mto fraco
Moro – 11:35:19 – Não estaria mais do que prescrito?

Diante da pergunta do juiz, Dallagnol entra em contato com o grupo da PGR em Brasília. Quem responde é o procurador Sergio Bruno, integrante da equipe de Rodrigo Janot.

Dallagnol – 11:42:54 – Caros o fato do FHC é só caixa 2 de 96? Não tá prescrito? Teve inquérito?
Sergio Bruno Mpdft – 11:51:25 – Mandado pra SP
Sergio Bruno Mpdft – 11:51:44 – Não analisamos prescrição
Dallagnol – 13:26:11 –   

Na sequência, o coordenador da força-tarefa no Paraná responde a Moro, repassando a informação da PGR e ironizando a decisão de Brasília – quem acompanhou a Lava Jato sabe dos atritos entre as equipes de Janot e Dallagnol.



Dallagnol – 13:26:42 – Foi enviado pra SP sem se analisar prescrição
Dallagnol – 13:27:27 – Suponho que de propósito. Talvez para passar recado de imparcialidade
Moro – 13:52:51 – Ah, não sei. Acho questionável pois melindra alguém cujo apoio é importante.

Moro, ao fim, questiona a atitude da PGR de enviar os indícios sobre FHC para SP e, assim, usar politicamente a investigação.

-Greenwald já está pronto para responder um belo processo. -Fez um belo papel de idiota norte americano.

Jornalista pega gilmar no flagra; "o aliado do PT" e agora Gilmar? (vídeo)



O ministro Gilmar Mendes não resistiria a uma Lava Toga, afinal as provas contra a sua atuação tortuosa são robustas.
Entretanto, esse mesmo Gilmar ataca a Lava Jato, o ministro Sérgio Moro e o procurador Deltan Dallagnol, com base em material obtido de forma criminosa e que não configura o cometimento de nenhuma prática ilegal. 


Conversas normais entre duas autoridades, que a bandidagem quer impor um peso descomunal, desproporcional e absolutamente sem nexo. E Gilmar faz coro nesse sentido. Logo ele, que já foi flagrado em conversas que não condizem com a conduta que deve ser adotada por um magistrado. 

Em certa ocasião combinando favores políticos ao senador Aécio Neves e, num outro caso, prometendo interceder em um processo contra um ex-governador, que, aliás, acabou confessando os seus crimes.


 Delação de Silval Barbosa complica a vida de Gilmar Mendes (veja o vídeo)
Um outro fato importante que também depõe contra a conduta de Gilmar, é relatado pelo petista Wadih Damous, que confirma encontro com o ministro e revela que ambos são ‘aliados’.
O jornalista Augusto Nunes esmiúça a traquinagem.


Ex-diretor da Interpol apoia Sergio Moro; Ministros do STF, parecem estar dispostos a concorrer para que as forças do atraso prevaleçam contra a lava jato

Ex-diretor da Interpol apoia Sergio Moro; Ministros do STF, parecem estar dispostos a concorrer para que as forças do atraso prevaleçam contra a lava jato




"Ministros do STF, parecem estar dispostos a concorrer para que as forças do atraso prevaleçam contra a lava jato"


A farsa do “escândalo” causado pelo vazamento das conversas entre o então juiz Sérgio Moro e o procurador da República Deltan Dallagnol nos traz algumas lições importantes.

A primeira é que ainda há efetivamente um Brasil do atraso, atuando como um bandido velho e decrépito, que reage desesperadamente com todas as suas energias, contra as forças das mudanças, tão desejadas pela imensa maioria da nossa população. 



 A segunda é que já decorridos cinco anos da primeira fase da Operação Lava Jato, e depois de duas eleições para o Congresso Nacional, o nosso Parlamento aparentemente não passou pela renovação política que a sociedade brasileira tanto almejava e necessitava.

A terceira é que o jogo jogado pelas velhas oligarquias – e os partidos políticos que as sustentam – não têm limites éticos nem freios para o enfrentamento da (talvez) última batalha contra a onda de moralidade que vem varrendo suas bases. Os atores dessa delinquência institucionalizada são capazes de se associarem ao underground da espionagem internacional, de buscarem apoio em potências estrangeiras, e em toda sorte de gangsterismo e mercenarismo periféricos. Não há fundo nesse poço chamado velha política brasileira. 



 A quarta, e mais triste de todas, é que alguns ministros do Supremo Tribunal Federal parecem estar dispostos a concorrer para que essas forças do atraso prevaleçam. Aparentemente não conseguem se livrar da influência daquelas lideranças políticas que os indicaram para as suas respectivas cadeiras. Parecem não se importarem em funcionar como guardiões do retrocesso.

A verdade é que nunca estivemos tão perto de começar um processo eficaz para a desconstrução do edifício do crime institucionalizado, que é capitaneado por grande parte dessa elite política anacrônica. E é sabido que a presença de Sérgio Moro no Ministério da Justiça e Segurança Pública será instrumental para que tal processo avance.
Tudo o que se deseja com a celeuma causada pelo vazamento criminoso desses diálogos (absolutamente corriqueiros e que não encerram nenhuma irregularidade) é travar o avanço da onda trazida pela operação de Curitiba. Os objetivos são claros: retirar o ministro Moro de sua cadeira, enterrar o seu pacote anticrime, torpedear sua indicação para o STF e, dessa forma, fazer a roubalheira voltar ao estágio pré-Lava Jato, obviamente com a absolvição e soltura de todos os políticos incriminados nos processos criminais julgados por Sérgio Moro.


Com tudo isso, percebemos que a reforma a ser operada com o pacote anticrime é ainda mais relevante do que a reforma da previdência, pois a primeira viabilizaria o início de um processo que nos levaria, mais adiante, a um ambiente político e de negócios livre da corrupção desenfreada das últimas duas décadas.

A reforma proposta pelo pacote anticrime do ministro Sergio Moro deve preceder ou, no mínimo, ser operada em concomitância com a reforma proposta pelo ministro Paulo Guedes. São dois pilares necessários para o Brasil seguir em frente e se desenvolver. Não podemos imaginar a economia do país saneada, gerando enormes superávits, com centenas de bilhões de Reais injetados em investimentos de infraestrutura, e a velha política pilotando os mesmos esquemas da delinquência institucionalizada que nos levaram a crise atual. Estaríamos assim promovendo uma reforma para enriquecer ainda mais essa mesma elite política criminosa que nos sequestrou.




As conquistas da Lava Jato nunca correram um risco tão grande. Essa talvez seja a última das reações dos operadores do crime institucionalizado contra os desejos da sociedade, mas talvez seja a mais forte de todas, pois dela advirá um verdadeiro concerto de contramedidas e ataques. Vão aproveitar para rever a prisão após sentença de segunda instância e para travar o pacote anticrime, entre outros expedientes escusos. A hora é da sociedade estar mais atenta do que nunca.
*Jorge Pontes é delegado de Polícia Federal e foi diretor da Interpol

Bolsonaro aconselha Moro; "Resita, não desista"

Bolsonaro aconselha Moro; "Resita, não desista"




"O duelo entre petistas e defensores da Lava-Jato"


O presidente da República, Jair Bolsonaro, e o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, participam de cerimônia em alusão ao 154º aniversário da Batalha Naval do Riachuelo, no Grupamento de Fuzileiros Navais, em Brasília (DF).



Sergio Moro foi aconselhado por Jair Bolsonaro a resistir. A leitura é que a popularidade do ministro cresceu nas redes sociais e que a crise das mensagens vazadas reativará o duelo entre petistas e defensores da Lava-Jato.

Alcolumbre incentivou medida contra procuradores da Lava Jato

Alcolumbre incentivou medida contra procuradores da Lava Jato

Aliado de Renan Calheiros, Luiz Fernando Bandeira de Mello é um dos autores da representação feita ao corregedor do Conselho Nacional do Ministério Público para investigar os procuradores da Lava Jato.

Caio Junqueira, na Crusoé, conta que Luiz Fernando, antes de entrar com a representação, consultou Davi Alcolumbre sobre a medida, que foi incentivada pelo presidente do Senado.



Moro desafia a esquerda e os hackers: ‘Se quiserem publicar tudo, publiquem' "quem não deve não teme"



"Publiquem' quem não deve não teme"


 "O sr. está preocupado, está dormindo em paz?"

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, afirmou em entrevista publicada pelo jornal “O Estado de S. Paulo” nesta sexta-feira (14) que não vai se afastar do cargo. Alvo de ataque cibernético e de vazamento de diálogos atribuídos a ele com procuradores da Lava Jato, no Telegram, Moro disse que o país está diante de “um crime em andamento”, promovido, conforme sua avaliação, por uma organização criminosa profissional.


O ex-juiz da Operação Lava Jato vê viés político-partidário na divulgação das mensagens tiradas de aplicativo do coordenador da força-tarefa em Curitiba, Deltan Dallagnol.

Ele falou em “sensacionalismo” e disse que réus e investigados da Lava Jato teriam interesse no caso. O ministro não reconhece a autenticidade das mensagens e, na primeira entrevista após ter virado alvo dos hackers, desafiou a divulgação completa do material.



Ele afirmou ainda não ver ilicitude nos diálogos e disse que conversava “normalmente” também com advogados e delegados, inclusive por aplicativos.


Estadão: O sr. está preocupado, está dormindo em paz?

Estou absolutamente tranquilo em relação à natureza das minhas comunicações. No fundo, esse processo da Lava Jato é um processo muito complicado. É uma dinâmica dentro da 13ª Vara Federal (em Curitiba), o dia inteiro proferindo decisão urgente. E a gente recebia procurador, advogado, a gente falava com advogado, falava com todo mundo. E, eventualmente, utilizava aplicativos de mensagem para tratar isso de maneira dinâmica maior. Mas, quanto à natureza das minhas comunicações, estou absolutamente tranquilo.


Estadão: O sr. não teme novas publicações?

Moro: Não, pode ser que tenham novas publicações. Mas assim, eu sempre pautei o meu trabalho pela legalidade. Os meus diálogos e as minhas conversas com os procuradores, com advogados, com policiais, sempre caminharam no âmbito da licitude. Não tem nada ali, fora sensacionalismo barato.


Juiz absolve Adélio de tentativa de homicídio a Bolsonaro



O juiz federal Bruno Savino absolveu Adélio Bispo de Oliveira, em razão de ele ter sido considerado inimputável, informa Mateus Coutinho, na Crusoé.



O magistrado decidiu que o autor do atentado deve ficar internado por tempo indeterminado e seja submetido a perícia médica daqui a três anos.


E mais; 






O recado de Moro estremece o STF: “Não vou pedir desculpas por ter cumprido o meu dever”
O recado de Moro estremece o STF: “Não vou pedir desculpas por ter cumprido o meu dever”

O recado de Moro estremece o STF: “Não vou pedir desculpas por ter cumprido o meu dever”





Sergio Moro, no Twitter, resumiu sua entrevista para o Estadão e comentou:

“Para o site aliado a hackers criminosos: ‘Publiquem tudo se quiserem’. Agi dentro da legalidade. Não vou pedir desculpas por ter cumprido o meu dever e ter aplicado a lei contra a corrupção e o crime organizado.”

E mais, “Me parece muito claro que existe um viés político-partidário na divulgação dessas mensagens, e na utilização dela. Uma passa pela soltura de um condenado por corrupção e lavagem de dinheiro, que é o ex-presidente Lula, é uma pena. Ele foi condenado em mais de uma instância e por mais de um juiz de primeira instância. Sempre disse com muita clareza que para mim é muito triste ter proferido essa decisão. Isso me trouxe um grande peso, pessoal. Constantemente sou atacado por ter apenas cumprido o meu dever. Era o que a lei determinava e era o que as provas ali revelavam.”

Continua; Não vou me demitir!
“Não, eu me afastaria se houvesse uma situação que levasse à conclusão de que tenha havido um comportamento impróprio da minha parte. Acho que é o contrário. Agora estou em uma outra situação, estou como ministro da Justiça, não mais como juiz, mas tudo o que eu fiz naquele período foi resultado de um trabalho difícil. E nós sempre agimos ali estritamente conforme a lei. Qualquer situação, despido o sensacionalismo, está dentro da legalidade. Conversar com procuradores, conversar com advogados, isso é absolutamente normal".



-Apoiado! 
tem total apoio do "Jornal 21 Brasil". -E a propósito; membros do STF tem que baixar a cabeça e pedir desculpas para o ex-juiz e atual ministro da justiça, que cumpriu apenas com o seu dever. -Ele foi claro, “Não vou pedir desculpas por ter cumprido o meu dever”.



PF no rastro dos autores do crime de invasão  
“Reservadamente, experientes investigadores da área de inteligência dizem acreditar que se trata de um trabalho feito por profissionais, à custa de muito dinheiro. Invadir telefones celulares e acessar dados de aplicativos de mensagens é algo difícil até para os órgãos oficiais de investigação. 




Normalmente, esse tipo de ação depende de tecnologias caríssimas, na casa dos milhões de dólares. Chegar ao autor das invasões é tarefa difícil. Alguns ataques não deixam vestígios, observa Evandro Lorens, diretor da associação que representa os peritos criminais da Polícia Federal. Ele diz ser imprescindível periciar os aparelhos dos alvos.”





PF descobre que alguém pagou Milhões de dólares para roubar mensagens da Lava Jato

PF descobre que alguém pagou Milhões de dólares para roubar mensagens da Lava Jato




"Milhões de dólares para roubar mensagens da Lava Jato"



O roubo das mensagens da Lava Jato custou milhões de dólares, segundo a Crusoé.

“Reservadamente, experientes investigadores da área de inteligência dizem acreditar que se trata de um trabalho feito por profissionais, à custa de muito dinheiro. Invadir telefones celulares e acessar dados de aplicativos de mensagens é algo difícil até para os órgãos oficiais de investigação. 



Normalmente, esse tipo de ação depende de tecnologias caríssimas, na casa dos milhões de dólares. Chegar ao autor das invasões é tarefa difícil. Alguns ataques não deixam vestígios, observa Evandro Lorens, diretor da associação que representa os peritos criminais da Polícia Federal. Ele diz ser imprescindível periciar os aparelhos dos alvos.”

-Será que que o PT ainda tem dinheiro escondido no exterior? -é só uma pergunta.

-Cedo ou tarde, a verdade vai aparecer. 


Opá! Membros do Ministério da Defesa e do Judiciário querem enquadrar The Intercept na Lei de Segurança Nacional (vídeo)



"Membros do Ministério da Defesa e do Judiciário querem enquadrar The Intercept na Lei de Segurança Nacional, segundo Alexandre Garcia"


Nesta quarta-feira (12), o ministro da Defesa, General Fernando Azevedo e Silva, recebeu 29 jornalistas para falar sobre como estão trabalhando as Forças Armadas. Entre os presentes estava o jornalista Alexandre Garcia, que também participou da EXPOJUD, evento que reuniu aproximadamente 500 membros do poder Judiciário.



Garcia garante que tanto entre os membros do Ministério da Defesa, quanto entre os membros do Judiciário, há um consenso de que não há nada de anormal nas conversas vazadas pelo The Intercept. A preocupação primária é com os vazamentos em si. Nesse sentido, em ambos os círculos, haveriam pessoas justificando o enquadramento dos responsáveis pelo vazamento na Lei de Segurança Nacional.

-A lei hoje em vigor foi sancionada em 1983 pelo último presidente militar João Batista Figueiredo (1979-1985), já num período de abertura política. Além de definir crimes contra a ordem política e social, a legislação atribui à Polícia Federal a responsabilidade por apurar quem desafia essa lei.



Em 2000, uma onda de invasões de prédios públicos promovida pelo MST (Movimento dos Sem Terra) passou a ser combatida com a prisão e o indiciamento de integrantes do movimento com base na Lei de Segurança Nacional. Em maio daquele ano, nove agricultores militantes no Paraná foram detidos e também acusados de outros crimes como porte ilegal de arma, formação de quadrilha, desobediência, resistência à prisão e incitação ao crime. Duas semanas antes desse episódio, dois líderes do MST em Mato Grosso já haviam sido enquadrados também com base na Lei de Segurança Nacional.


-Pela Lei de Segurança Nacional, os autores dos crimes de invasão dos celulares podem ser condenados a uma pena de três a dez anos de prisão.


O jornalista falou sobre a questão em vídeo publicado no youtube.
Veja o vídeo:



Popularidade de Moro é aprovada 100%, Estádio lotado aplaude o ex-Juiz (vídeo) a Globo não mostra



O Presidente Jair Bolsonaro e o ministro Sérgio Moro foram juntos assistir uma partida de futebol no Estádio Mané Garrincha, em Brasília, nesta quarta-feira (12).
Quem não se lembra do que aconteceu quando uma certa petista ousou ir a um estádio?

Bolsonaro e Moro foram ovacionados pelo público.


Além da extraordinária confirmação de apoio popular, ficou a demonstração de apoio e confiança do presidente ao seu ministro da Justiça.

Veja o vídeo:



Bolsonaro sai em defesa de Moro "Ele realmente botou para fora as vísceras do poder"  “O que ele fez não tem preço"

Bolsonaro sai em defesa de Moro "Ele realmente botou para fora as vísceras do poder" “O que ele fez não tem preço"




“O que Sergio Moro fez não tem preço"


Jair Bolsonaro falou publicamente, pela primeira vez, nesta quinta-feira, sobre o vazamento de mensagens privadas entre Sergio Moro e procuradores da Lava Jato. O presidente saiu em defesa do ministro da Justiça e Segurança Pública.


“O que ele fez não tem preço. Ele realmente botou para fora, mostrou as vísceras do poder, a promiscuidade do poder no tocante à corrupção”, disse o presidente após um evento no Palácio do Planalto.

Bolsonaro ainda afirmou que Moro “faz parte da história do Brasil” e criticou o vazamento das mensagens.


“Houve uma quebra criminosa, uma invasão criminosa, se é que […] o que está sendo vazado é verdadeiro ou não.”

Militares na esplanada estão em alerta com possível soltura do criminoso, "não solte o lula ou..."






Os militares não querem que Lula, o chefe da ORCRIM, seja inocentado pelo STF.

Diz a Folha de S. Paulo:

“Entre os militares, há visível apreensão com a possibilidade de o petista ser solto. Há uma crença, em especial entre oficiais da ativa, que uma eventual libertação precoce do ex-presidente poderia gerar conflitos sociais.



Entre os generais com assento no governo, o temor é agravado pelo fato de Moro ser uma espécie de símbolo sempre lembrado como indicativo de que o governo de Jair Bolsonaro tem compromisso contra a corrupção.”

-A mais pura verdade. Moro sempre será lembrado como quem deixou sua liberdade para colocar na cadeia criminosos poderosos. -Isso é fato.

Agora; 






Bolsonaro sai em defesa de Moro "Ele realmente botou para fora as vísceras do poder"  “O que ele fez não tem preço"





VERGONHA; decisões do Supremo permitem investigados de ficarem calados nos interrogatórios de CPI

VERGONHA; decisões do Supremo permitem investigados de ficarem calados nos interrogatórios de CPI




Os integrantes das duas CPIs em andamento na Câmara estão indignados com tantas decisões do STF em favor de investigados.

Estimam que varia de 10 a 15 as decisões do tribunal que permitem investigados de ficarem calados nos interrogatórios nas duas CPIs em andamento na Câmara: do BNDES e de Brumadinho.


O relator da CPI do BNDES, Altineu Côrtes (PL-RJ), chegou a dizer dia desses que a ministra Cármem Lúcia foi enganada pelos argumentos de um desses alvos da comissão ao ser convencida a dar uma decisão que o protegeu.

Já o relator da CPI de Brumadinho, Júlio Delgado (PSB-MG), que se reuniu com Dias Toffoli ontem, disse ao ministro ser incoerente o tribunal defender agilidade nas decisões, mas travarem os trabalhos das investigações.

A esquerda esperneia; CNJ arquiva pedido para investigar Sérgio Moro, por troca de mensagens





O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu agora a pouco por arquivar pedido para investigar o ex-juiz Sérgio Moro por mensagens trocadas com procurador da Lava Jato, após vazamento por hackers. Na decisão, o CNJ ponderou que o atual ministro da Justiça não é mais juiz e, por isso, não pode ser alvo do CNJ.





Pedido de investigação havia sido solicitado e apresentado pelo PDT, com aval de Ciro Gomes e André Figueiredo (PDT). A PF extraiu hoje, (11), dados do aparelho celular de Moro para investigar hacking.


No último domingo (9), o site The Intercept publicou uma série de reportagens que revela o conteúdo de mensagens extraídas de um aplicativo na época em que Moro ainda era juiz federal e julgava os processos da Lava Jato no Paraná. Segundo uma das reportagens, o atual ministro da Justiça orientou ações dos procuradores da República que atuavam na força-tarefa e cobrou de Dallagnol novas operações. 





Humberto Martins rejeitou o pedido de investigação apresentado pelo PDT com a justificativa de que Moro não pode mais ser alvo de um procedimento do CNJ em razão de ter abandonado a carreira de magistrado. 





O PDT alegou “conduta suspeita” do atual ministro da Justiça no pedido para que o CNJ investigasse a conduta de Moro nas mensagens de texto divulgadas pelo The Intercept.



A quem interessa o vazamento das conversas entre integrantes da Lava Jato?