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Câmara esvazia pacote anticrime de Moro

O grupo de trabalho da Câmara que analisa o pacote anticrime rejeitou hoje várias medidas importantes propostas por Sergio Moro para co...





Luis Roberto Barroso Ministro do STF, denuncia o Supremo de corrupção   "o STF é uma vergonha"

Luis Roberto Barroso Ministro do STF, denuncia o Supremo de corrupção "o STF é uma vergonha"





No próximo dia 25 de setembro o povo brasileiro vai novamente às ruas, desta feita com um objetivo específico: A CPI da Lava Toga.

Nesse sentido, o senador Álvaro Dias relembrou em suas redes sociais a seríssima denúncia feita pelo ministro Luís Roberto Barroso, no ano passado.

Barroso denunciou a existência de corrupção dentro de alguns gabinetes do STF.






Menos de 1% dos presos do sistema está lá por corrupção ou por crime de colarinho branco. Tem alguma coisa errada nisso. E ainda assim, no Supremo, você tem gabinete distribuindo senha para soltar corrupto. Sem qualquer forma de direito e numa espécie de ação entre amigos, disse o ministro.

Essa é a dura e vergonhosa realidade do Supremo Tribunal Federal.  

Ministros do STF são pegos pela lei de Abuso de autoridade, e agora?




O mundo jurídico em Brasília se pergunta se ministros do STF poderiam ser enquadrados pela lei de abuso de autoridade aprovada ontem à noite na Câmara.






-A resposta é sim!  -eles são brasileiros.   -Mas enquadrados por quem?

-Se a lei não vale para eles, não deve valer para ninguém.
Quando ministros liderado por Toffoli, do STF, fazem campanha a favor de Raquel Dodge, fica muito claro que não é bom para o Brasil, "Bolsonaro tem outro nome"

Quando ministros liderado por Toffoli, do STF, fazem campanha a favor de Raquel Dodge, fica muito claro que não é bom para o Brasil, "Bolsonaro tem outro nome"




Quando ministros do STF fazem campanha a favor de Raquel Dodge, fica muito claro que não é bom para o Brasil.

Presidente tem intensificado o contato com o subprocurador-geral Augusto Aras, que despontou como um dos cotados para o cargo.

Parte dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) faz campanha nos bastidores para influenciar o presidente Jair Bolsonaro a dar um segundo mandato à procuradora-geral da República, Raquel Dodge. Ao mesmo tempo, o presidente tem intensificado o contato com o subprocurador-geral Augusto Aras, que despontou como um dos cotados para o cargo.



Raquel encerra seu mandato no dia 17 de setembro e é descrita por apoiadores no Supremo e no Congresso como o melhor nome para dar estabilidade institucional, enquanto Aras ganhou pontos com Bolsonaro ao demonstrar alinhamento com a pauta de reformas do governo.

Além do apoio do presidente da Corte, Dias Toffoli, Raquel recebeu uma defesa enfática do vice, Luiz Fux, em audiência na quarta-feira. Fux será o próximo presidente do tribunal. Dois dias depois, Aras teve o terceiro encontro no Palácio da Alvorada com Bolsonaro.


A disputa afunila
Mas, segundo interlocutores do presidente, além de Raquel e Aras, um terceiro nome ganhou força na disputa: o do subprocurador-geral Paulo Gustavo Gonet Branco. Católico e conservador, ele é amigo do ministro Gilmar Mendes. Os dois foram sócios no Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP).

Segundo auxiliares de Bolsonaro, da lista tríplice formada em votação da categoria de procuradores, o único que ainda pode ter chances é Mario Bonsaglia - os outros nomes são Luiza Frischeisen e Blal Dalloul.




Interlocutores envolvidos nas discussões da escolha disseram, no entanto, que o presidente é "imprevisível" e já falou que pode haver surpresa.

A entrada de Fux em cena veio uma semana após Bolsonaro afirmar, em evento em Manaus (AM), que o futuro chefe da Procuradoria-Geral da República será alguém que tenha a visão diferente do que foi escrito até o ano passado. O comentário de Bolsonaro, sem prévio questionamento, foi enxergado por observadores como um sinal de que Raquel pode não ser reconduzida.

Depois do encontro com Fux, Bolsonaro disse que a conversa era uma forma de aproximação, considerando que o ministro será o próximo presidente da Corte. "É o próximo presidente do STF, tenho que começar a namorá-lo a partir de agora."




A definição do nome do próximo procurador-geral da República é considerada uma escolha-chave para o desenrolar do mandato de Bolsonaro, que vai até dezembro de 2022. Dois interlocutores do presidente enxergam essa definição como algo até mais importante que as duas vagas para o STF que Bolsonaro pode escolher, já que o procurador pode contestar ações do governo na Corte, além de apresentar denúncias contra parlamentares e outras autoridades.

Golpe em andamento; STF trabalha para tirar inquérito inteiro para si, tirando-o da Justiça Federal "mensagens roubadas pelo hacker"





O Painel publica o que corre à boca pequena — e grande — em Brasília.

Que a chegada das mensagens roubadas pelo hacker ao STF pode levar a que o tribunal avoque o inquérito inteiro para si, tirando-o da Justiça Federal.




Mais: dependendo do conteúdo — ou seja, se ele não comprometer nenhum ministro –, o Supremo julgaria procedente o uso de provas criminosas em processos contra a Lava Jato.

Seria um golpe na Constituição como nunca visto antes. E olhe que já se viu muita coisa até hoje.


-Não existe fundamento constitucional ou legal para isso. Seria o fim da democracia, por completo. O STF não pode decidir o que julga. Sua competência está no art. 102 da CF/88.

lava jato chega em Glimar, Fux já pediu as conversas hackeadas de Mendes, por isso Gilmar quer afastar Deltan o quanto antes



“O combate à corrupção e ao crime organizado, que se intensificou no país com a Lava Jato, entra agora, cinco anos depois, talvez na sua mais sensível etapa”, diz Merval Pereira.



Como aconteceu na Itália das Mãos Limpas, interesses diversos se uniram para tentar colocar limites à ação dos procuradores de Curitiba. 

Uns com o intuito precípuo de não serem alcançados, ou conseguir a anulação das condenações, outros preocupados com supostas transgressões legais praticadas no que um dos seus mais contundentes adversários, o ministro do Supremo Gilmar Mendes chama de ‘o Direito de Curitiba’. Muitos, usando a segunda razão como escusa para atingir o primeiro objetivo.”


O ministro do Supremo Tribunal Federal, STF, sabe que se, a operação continuar ela vai bater na sua porta. 



Um dos motivos que nos leva a acreditar que isso aconteça em questão de meses, foi exatamente quando o ministro Fux, pediu cópias de todos as conversas roubadas dos procuradores e do ministro da Justiça Sergio Moro. -Mas, é aí onde está a carta na manga de Fux, as conversas de Gilmar Mendes também foram hackeadas pelos Hackers. 





-Ao meu entender, o ministro Fux, quer tirar a limpo as conversas dos ministros do Supremo tribunal, em especial, as conversas de Gilmar Mendes, que tem uma posição contrária a lava jato. As conversas de Moro e dos procuradores já foram divulgadas pelo site pirata The Intercept, comandado pelo militante americano Glenn verdevaldo.

-Gilmar, está em alerta total, e quer destruir a lava jato. -A sociedade tem que reagir o quanto antes. 

Acabou o mi mi mi dos ministros,  "Dallagnol fica na Lava Jato, mesmo que a vaca tussa, diz Raquel Dodge"

Acabou o mi mi mi dos ministros, "Dallagnol fica na Lava Jato, mesmo que a vaca tussa, diz Raquel Dodge"




Acabou o mi mi mi dos ministros,  "Dallagnol fica na Lava Jato, mesmo que a vaca tussa, diz Raquel Dodge"


Mesmo que a santa vaca (o STF) tussa, Dallagnol não será afastado da Lava Jato.

A chefe da PGR, Raquel Doge, acaba de tirar nota avisando o seguinte:



1- Deltan Dallagnol não pode ser afastado da Operação Lava Jato, nem por ordem do STF.

2 - Deltan Dallagnol não será afastado pela PGR.

É isto.

O STF não pode tudo. Não se trata de nenhum superpoder da República.




Jamais sê-lo-á

Nem que a vaca tussa.

Ministros do STF preparam golpe para afastar Dallagnol da lava jato




"A sociedade tem que reagir"



O STF se prepara para afastar Deltan Dallagnol da Lava Jato.

“A decisão, segundo a articulação em curso no tribunal, pode caber a Alexandre de Moraes, no âmbito do inquérito das fake news”, diz a Folha de S. Paulo.


-Senhores, Generais, o que mais estão esperando!

Isso levará milhões de brasileiros às ruas para exigir a CPI da Lava Toga e o Impeachment no Senado de vários ministros do STF.


A sociedade tem que reagir a essas barbáries. 

STF emitiu 48 passagens aéreas internacionais em nome de mulheres de ministros




"O Supremo é uma Vergonha"

Entre 2009 e 2012, o Supremo Tribunal Federal emitiu pelo menos 48 passagens aéreas internacionais em nome de mulheres de ministros que integravam a corte naquele período.

Os bilhetes, para a primeira classe, foram comprados na empresa Eurexpress Travel Viagens e Turismo Ltda. e custaram ao STF R$ 629.919,23.

A emissão dessas passagens ocorreu, inclusive, em períodos de festas de fim de ano, datas improváveis para a realização de eventos de caráter protocolar.


As informações constam de relatório elaborado por auditores do TCU que serviu de base para o voto do então relator do processo, José Múcio Monteiro, que, ao assumir a presidência do tribunal de contas em dezembro do ano passado, deixou a relatoria, sem que a tramitação do caso tivesse sido concluída. O documento foi obtido com exclusividade por O Antagonista.


O processo sobre a farra das passagens no STF chegou ao TCU em 2013. Pelas normas internas, como registramos ontem, teria de ser apreciado em até 180 dias, mas, por razões desconhecidas, se arrastou por quase seis anos.

Em resposta aos primeiros pedidos de explicação feitos pelo TCU sobre bilhetes para cônjuges de ministros, o STF não indicou motivos que justificassem a realização daquelas viagens nem mesmo explicou por que as mulheres tiveram de acompanhar os magistrados.

“Assim, não restou demonstrada, sob a ótica do interesse público, as razões que teriam levado à indispensabilidade da presença dos cônjuges nos respectivos eventos”, ressalta trecho do relatório.


“A emissão de passagens aéreas internacionais para cônjuges de ministros do STF, a despeito de estar prevista em regulamento interno da Corte [o STF já revogou essa norma], não encontra amparo em leis e normativos que regem a matéria atinente à representação protocolar ou cerimonial no exterior”, acrescentaram os auditores.

E mais:


“Verifica-se, portanto, não haver fundamento legal para a realização de despesas de viagens tendo como beneficiárias pessoas não vinculadas à Administração Pública, na medida em que não exercem qualquer atividade relacionada ao interesse do serviço e, consequentemente, que tenha como objetivo o atendimento do interesse público.”

Ontem, o processo em questão — já nas mãos de outro relator, o ministro Raimundo Carreiro — foi, enfim, levado ao plenário do TCU e, em menos de cinco minutos, os ministros decidiram recomendar que o STF acabe de vez com a farra das passagens, dando ampla publicidade a esses gastos. 
Com informações de O Antagonista 
DENÚNCIA; STF gastou 2,4 milhões com passagens em menos de 3 anos

DENÚNCIA; STF gastou 2,4 milhões com passagens em menos de 3 anos




De setembro de 2016 até maio deste ano, o Supremo Tribunal Federal gastou R$ 2.396.324,63 com passagens aéreas para seus ministros, servidores e “colaboradores”, segundo levantamento realizado hoje por O Antagonista.

Hoje, o Tribunal de Contas da União recomendou que a Corte acabe com a farra na compra de bilhetes, ao constatar que, pelo menos entre 2009 e 2012, as despesas beneficiavam até esposas do ministros, em viagens internacionais e de primeira classe.


Apesar de a fiscalização do TCU ter sido aberta em 2013, o STF só passou a divulgar detalhes com esses gastos em 2016 (o levantamento foi feito com base nos dados disponíveis).

No período analisado, além dos ministros, juízes auxiliares e funcionários do tribunal, também tiveram despesas pagas com voos os chamados “colaboradores” — palestrantes que vêm a Brasília proferir cursos para o público interno e também prestadores de serviços.


Os dados também mostram que os gastos vêm crescendo. De 2017 para 2018, a despesa quase dobrou: passou de R$ 567,9 mil para R$ 1 milhão.

Nos cinco primeiros meses deste ano (o último balanço divulgado é de maio), o gasto foi de R$ 586 mil, 54% a mais que no mesmo período do ano passado.


Veja os números completos:



Barroso será relator de interpelação de Santa Cruz contra Bolsonaro

Barroso será relator de interpelação de Santa Cruz contra Bolsonaro




O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso foi sorteado como relator da ação protocolada pelo presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz, que pede esclarecimentos do presidente Jair Bolsonaro sobre as declarações que deu na última segunda-feira sobre a morte de seu pai, Fernando Santa Cruz, ocorrida durante a ditadura militar. 


Na segunda-feira 29, Bolsonaro disse que poderia “contar a verdade” sobre como Fernando Santa Cruz desapareceu na ditadura militar. “Um dia, se o presidente da OAB quiser saber como é que o pai dele desapareceu no período militar, eu conto pra ele. Ele não vai querer ouvir a verdade”, disse.


Bolsonaro também afirmou que Fernando participou da luta armada e que suas conclusões foram tiradas com base em sua “vivência”. “Conto pra ele. Não é minha versão. É que a minha vivência me fez chegar nas conclusões naquele momento. O pai dele integrou a Ação Popular, o grupo mais sanguinário e violento da guerrilha lá de Pernambuco e veio desaparecer no Rio de Janeiro”, afirmou em coletiva de imprensa. Segundo documentado pela Comissão Nacional da Verdade, Fernando não participou da luta armada.

TCU manda que STF acabe com a farra das passagens imediatamente



O plenário do TCU acaba de acolher a proposta do relator Raimundo Carreiro — que, por sua vez, acolheu sugestões de auditores do tribunal — para colocar um freio na farra das passagens aéreas no STF.



A fiscalização, revelada mais cedo por O Antagonista, seria inicialmente submetida a julgamento em sessão fechada.
Carreiro determinou que o Supremo seja comunicado de que os bilhetes só devem ser emitidos se a viagem tiver relação com as atividades jurídicas. E determinou também que o STF dê transparência à emissão dessas passagens.


Não houve discussão e a aprovação foi em votação simbólica. O relator não explicou por que esse processo seria, inicialmente, apreciado em sessão fechada para a imprensa.

Mais informações em instantes.

TCU DECIDE ABRIR JULGAMENTO DA FARRA DAS PASSAGENS DO STF




A farra das passagens no STF.



O relator do caso, Raimundo Carreiro, decidiu há pouco, às 15h37, que o processo, antes em sigilo, será analisado em instantes durante a sessão aberta, e não mais em sessão secreta, como seria inicialmente.

-Será que tem muita passagem para Portugal? Afinal, Ninguém aguenta mais tantas maracutaias com o nosso dinheiro!

-Confesso, eu não me surpreendo com nenhum ministro do STF.
A pedido da PGR, ministra Rosa Weber, do STF, arquivou dois inquéritos de crimes relacionados a Davi Alcolumbre

A pedido da PGR, ministra Rosa Weber, do STF, arquivou dois inquéritos de crimes relacionados a Davi Alcolumbre





A ministra Rosa Weber, do STF, arquivou dois inquéritos relacionados a Davi Alcolumbre, noticia a Crusoé.

A decisão atende a um pedido de Raquel Dodge.

Leia um trecho aqui; 


"A ministra do Supremo Tribunal Federal Rosa Weber arquivou dois inquéritos relacionados ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (foto). As investigações eram de crimes eleitorais na campanha de 2014. A decisão atende a um pedido da procuradora-geral da República, Raquel Dodge. A decisão foi publicada nesta quarta-feira, 31, no Diário de Justiça Eletrônico do Supremo Tribunal Federal".

O STF continua um vergonha.

Antes de indicar Toffoli para o STF, Lula dizia “Esse vai ser o meu menino no Supremo”

Antes de indicar Toffoli para o STF, Lula dizia “Esse vai ser o meu menino no Supremo”





Antes de indicar Dias Toffoli para o STF, Lula dizia:

“Esse vai ser o meu menino no Supremo”.

A frase consta do livro Os Onze, que acaba de ser publicado.


Seus autores, Felipe Recondo e Luiz Weber, relatam que o plano de Lula era transformar Dias Toffoli no Gilmar Mendes do PT.

-Gilmar Mendes já não é do PT?

Observaram em que lula pensava? "em ser aparelhado no Supremo".

Depois de Bretas, juíza Janaína Cassol peita Dias Toffoli do STF, -negou oito pedidos de presos com base na liminar de Toffoli sobre o Coaf





Depois do juiz Marcelo Bretas, que conduz as ações da Lava-Jato no Rio, negou nesta segunda-feira o pedido de um dos operadores do esquema de Sergio Cabral para suspender a ação a que responde na Justiça Federal


A juíza Janaína Cassol Machado, da 1.ª Vara Federal de Florianópolis, negou hoje pedidos apresentados pelas defesas de oito presos na Operação Alcatraz, informa Fausto Macedo.

Janaína rejeitou os argumentos dos advogados, que pediam suspensão da ação com base na liminar de Dias Toffoli sobre o Coaf, concedida a pedido da defesa de Flávio Bolsonaro.



A juíza argumentou que as informações compartilhadas sem decisão judicial “foram feitas dentro dos limites constitucionais e legais fixados na delimitação do RE 1.055.941 [recurso em que foi concedida a liminar do STF]”.

Pelo menos 18 pessoas foram denunciadas na Alcatraz, que investiga fraudes em processos licitatórios na Secretaria de Administração e na Empresa de Pesquisa Agropecuária de Santa Catarina.

Bretas peita Dias Toffoli, e nega primeiro recurso com base em decisão do ministro sobre Coaf



Bretas peita o STF, e nega primeiro recurso com base em decisão de Toffoli sobre Coaf


O juiz Marcelo Bretas, que conduz as ações da Lava-Jato no Rio, negou nesta segunda-feira o pedido de um dos operadores do esquema de Sergio Cabral para suspender a ação a que responde na Justiça Federal. Para tentar travar o processo, Lineu Martins invocou a decisão do presidente do Supremo, Dias Toffoli, sobre o COAF (leia mais em Decisão de Toffoli mexe com acordos internacionais).



No despacho, o primeiro após a ordem do Supremo, Bretas nega o pleito por entender que o caso em questão está fartamente amparado em provas, não apenas em dados do órgão de controle, condição imposta pelo STF para suspender investigações.

“Nenhuma das decisões proferidas, mormente na ação penal, teve como fundamento exclusivo o relatório do COAF. O MPF logrou trazer outros elementos, muitos dos quais obtidos de forma independente do trabalho do COAF, para corroborar suas alegações e, consequentemente, embasar as decisões. A título de ilustração, destaco que a denúncia foi instruída com 37 documentos, o que equivale dizer que a ausência ou a retirada do relatório do COAF não modificaria as decisões até agora tomadas”, registra Bretas.



Além de negar o recurso, Bretas aproveita o despacho para registrar o “uso extremado do poder geral de cautela” de Toffoli na decisão “uma vez que ampliou, para a Polícia e para o Ministério Público, a matéria que o Plenário do STF reconheceu como de repercussão geral, para abranger outros órgãos de fiscalização e controle além da Receita Federal, como o COAF e o BACEN”.







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