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(Sem Deus não há vida, sem família não há base para nada...)






A nota Rota da Seda, anunciada pelo presidente da China, Xi Jinping para "dar um novo impulso" às relações entre a China e a União Europeia (UE) e elevar os Brics a um novo patamar exclui o Brasil das atividades. 
No último domingo, 14, ocorreu uma conferência em Pequim sobre o assunto com a presença de 28 chefes de Estado. Entre eles, participaram os presidentes da Rússia, Vladimir Putin; da Argentina, Maurício Macri; e do Chile, Michelle Bachelet. 
Leia abaixo reportagem da agência EFE sobre o assunto:
China firma acordos com 68 países para criar uma nova Rota da Seda
Em sintonia com a sua proposta de estabelecer uma nova Rota da Seda, revivendo no século 21 as rotas comerciais milenares que conectavam o Ocidente e o Oriente, a China firmou acordos de cooperação com 68 países e organizações internacionais no âmbito da iniciativa Um Cinturão, Uma Rota (One Belt, One Road).
O anúncio foi feito hoje (15) pelo presidente chinês Xi Jinping, em pronunciamento à imprensa ao final do Fórum do Cinturão e da Rota para a Cooperação Internacional (Belt and Road Forum for International Cooperation, em inglês), realizado na capital chinesa. A meta de Pequim é promover uma extensa rede de infraestrutura, comércio e cooperação econômica ao longo dos mais de 60 países que compõem o extenso trajeto que engloba a Europa, a Ásia e a África.
O evento em Pequim, que começou ontem (14), contou com a presença de 29 chefes de Estado e de governo e representantes de mais de 100 países, e praticamente consolida a iniciativa lançada em 2013 pelo presidente Xi Jinping.
Economia global
Em comunicado conjunto divulgado no encerramento do encontro, os líderes reafirmaram seu compromisso de construir uma economia global aberta e com livre comércio e de se opor a todas as formas de protecionismo no âmbito dessa articulação internacional.
Hoje, na abertura do segundo dia do fórum, Xi Jinping fez um apelo para aprofundamento da cooperação entre os países e com os organismos multilaterais como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e a Organização Mundial do Comércio (OMC) para retomar a economia global. Para ele, a desaceleração econômica mundial ocorre em meio "a um crescente protecionismo que deve ser evitado".
A China tem defendido a globalização e o livre comércio, em contraposição ao discurso protecionista de algumas nações. "A melhor maneira de enfrentar os desafios globais é pela cooperação e conectividade", disse Xi Jinping. Segundo ele, a reunião construiu um consenso entre os países para deslanchar o potencial das economias situadas ao longo da Nova Rota da Seda.
O próximo fórum internacional da iniciativa Um Cinturão, Uma Rota (One Belt, One Road) está previsto para ocorrer na China em 2019.


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