A BRECHA; A lei da Ficha Limpa abre brecha para lula registrar candidatura mesmo condenado, "Bolsonaro diz que tanto faz"

Por; Rosinaldo Pereira /colunista

A BRECHA; A lei da Ficha Limpa abre brecha para lula registrar candidatura mesmo condenado, "Bolsonaro diz que tanto faz"



POLÍTICA DO BRASIL

Com a pré-campanha eleitoral em pleno andamento, os potenciais candidatos à Presidência da República têm um compromisso em comum na agenda esta semana: acompanhar com atenção o julgamento, em segunda instância, do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no caso do tríplex do Guarujá (SP). Nos bastidores, traçam estratégias para cenários com e sem a presença do petista — e avaliam como hipótese mais provável que Lula, líder nas pesquisas de intenção de voto, siga na disputa até o limite máximo, ainda que seja eventualmente condenado pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4).



Se for absolvido, o petista terá caminho livre para tentar o terceiro mandato. No entanto, se os desembargadores confirmarem a condenação imposta pelo juiz Sergio Moro, o assunto vai parar na Justiça Eleitoral. A lei da Ficha Limpa estipula que condenados em órgãos colegiados (como o TRF-4) fiquem inelegíveis, mas abre brecha para que a candidatura de Lula se mantenha até que todos os recursos sejam analisados.




O globo diz que adversário histórico do PT, o PSDB tem em Geraldo Alckmin o nome mais provável para disputar a Presidência. O governador de São Paulo trabalha com o panorama de que o petista será seu adversário, mas, a aliados, confidencia que uma eleição sem Lula do início ao fim seria o melhor dos mundos para o PSDB. O raciocínio é simples: sem o petista, as duas vagas do segundo turno estariam em aberto. Mais uma vez o globo tenta liquidar esquecendo propositalmente do deputado federal, Bolsonaro que passa o rodo e segui firme a presidência da república.  




Os nomes cogitados atualmente para suceder a Lula nas urnas, caso a Justiça barre a candidatura, são os do ex-ministro Jacques Wagner e do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad.

Nas pesquisas eleitorais, o melhor resultado de Alckmin até o momento é um terceiro lugar. A polarização com Lula está a cargo do deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ), que mantém um discurso forte contra o petista — a quem chamou de “lixo” em um vídeo recente publicado no Facebook. O parlamentar desconversa e diz que “tanto faz” se Lula for ou não candidato.


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