Brasil assume o comando das articulações para a queda do tirano Nicolas Maduro

Por; Rosinaldo Pereira /colunista


Reforçado pelo impactante discurso proferido nesta quarta-feira (16) no Palácio do Planalto, pelo presidente da Argentina Maurício Macri, em sua primeira visita oficial após a posse do presidente Jair Bolsonaro, o Brasil assumiu definitivamente a liderança das articulações da transição na Venezuela.
Em seu discurso, Macri classificou de “escárnio com a democracia” a farsa eleitoral protagonizada por Maduro.


“É um ditador que quer se perpetuar no poder com eleições fictícias", sentenciou o presidente da Argentina.
Na noite do mesmo dia em que Bolsonaro e Macri definiram que a Venezuela necessita de uma liderança com legitimidade, três importantes líderes da oposição venezuelana, todos no exílio, desembarcaram em Brasília.



O ex-prefeito de Caracas Antonio Ledezma, o ex-presidente da Assembleia Nacional (AN) Julio Borges, e o número dois do partido Vontade Popular (VP), Carlos Vecchio, se encontrarão nesta quinta-feira (17) com o chanceler Ernesto Araújo. O time opositor será reforçado pelo presidente do Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) no exílio, Miguel Ángel Martín, que também será recebido por Araújo.



A nova ofensiva da oposição pode ter o seu dia “D” no próximo 23 de janeiro, data em que o povo venezuelano comemora a queda de uma outra ditadura, a de Marcos Pérez Jimenez.
Juan Guaidó, atual presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, recentemente preso e solto em seguida pelo ditador Maduro, terá um papel de protagonismo na ofensiva da oposição.


A situação na Venezuela nunca esteve tão grave e Maduro nunca tão ameaçado.


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