Maduro diz que Trump e Bolsonaro não impedirão sua posse em 10 de janeiro






O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, disse que as declarações de países da região e da Europa, em que afirmam que retirarão seus embaixadores para ignorar seu novo mandato, não impedirão sua posse em 10 de janeiro.



"O povo decidiu e vamos cumprir com o povo, não há possibilidade de que qualquer governo diga alguma palavra do exterior para conhecer, reconhecer ou ignorar a legitimidade democrática do governo que presidirei de 10 de janeiro de 2019 a 10 de janeiro de 2025 ", disse o chefe de Estado.

Maduro fez esta declaração durante uma entrevista com o jornalista espanhol Ignacio Ramonet, que foi ao ar na estatal Venezolana de Televisión.


Em 6 de dezembro, o presidente da Colômbia, Iván Duque, disse que pelo menos 15 países latino-americanos poderiam retirar seus embaixadores e equipes diplomáticas da Venezuela depois de 10 de janeiro.



Após as eleições presidenciais de 20 de maio em que Maduro foi reeleito, vários países ignoraram os resultados, argumentando que as eleições eram fraudulentas.



-Países da região, Maduro se referiu ao Brasil e Colômbia e EUA.

O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, disse nesta quarta-feira que o governo do presidente Donald Trump deseja aprofundar a cooperação com o Brasil na área de segurança e contra regimes autoritários, informou Agência Brasil.




Pompeo se reuniu na manhã desta quarta-feira com o novo ministro de Relações Exteriores (MRE), Ernesto Araújo, no Palácio Itamaraty.

"Falamos do nosso profundo desejo da retomada da democracia para o povo venezuelano”, disse Pompeo. 


"Eu vi a transmissão pacífica de poder ocorrer ontem. Isso não acontece em muitos países. Conversamos sobre Cuba, Venezuela e Nicarágua. Esses são lugares em que as pessoas não têm a oportunidade de expressar suas visões. Esse é o tipo de coisa em que pretendemos trabalhar juntos", acrescentou o chefe da diplomacia americana.



Já o ministro Araújo disse não haver nenhuma razão para se ter "receio de qualquer diminuição na proteção de direitos humanos" no Brasil. "Isso é um resquício da campanha eleitoral que sobrevive por alguma razão. O compromisso do novo governo com a defesa dos direitos humanos é absoluto", disse o chanceler.



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