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Atenção:




Contrariando um pedido da Polícia Federal, Raquel Dodge pediu ao STF para arquivar uma investigação sobre Renan Calheiros, pela suspeita de que teria recebido R$ 1 milhão da OAS em 2013 para impedir a instalação, na época, de uma CPI para investigar contratos da Petrobras.


Em longo relatório, a PF rastreou o caminho do dinheiro, que saiu de um contrato superfaturado da Camargo Correa em Pernambuco, passou por Alberto Youssef até chegar às mãos de um executivo da OAS.





A investigação confirmou os saques em espécie e identificou os responsáveis pelo transporte.

Faltou apenas identificar o emissário do senador que teria recebido duas parcelas de R$ 500 mil num hotel em Maceió, segundo relatos de Ceará, um dos entregadores de dinheiro de Youssef.





Em depoimento, descreveu ser “um homem elegante alto, branco, magro, cabelo escuro, muito
bem vestido, portando uma bolsa de couro a tiracolo, aparentando entre 35 e 40 anos, e não tinha sotaque nordestino”.

Como a PF ainda não descobriu quem seria esse homem, a PGR pediu que as investigações continuem em Alagoas, mas excluindo a participação de Renan Calheiros até que se encontrem provas de sua eventual participação no caso.
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