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Alexandre Garcia comenta sobre a ONG que colocou fogo na Amazônia, a ova condenação do ex-presidente Lula e sobre a votação no Supremo para que os dados sigilosos de órgãos financeiros sejam compartilhados com órgãos de investigação.


"Não saiu como Lula esperava o julgamento de segunda instância do Tribunal Regional Federal de Porto Alegre (TRF4), tribunal de recursos a Lava Jato de Curitiba. Lula e seus advogados queriam anular o julgamento, a condenação e recriminar Sergio Moro. Não deu nada disso.

Os desembargadores do TRF4 não apenas confirmaram a sentença da juíza Gabriela Hardt sobre o sítio de Atibaia: adicionaram mais cinco anos sobre a pena. Lula tinha sido condenado a 12 anos e 11 meses e saiu de Porto Alegre com 17 anos, um mês e 10 dias."




"Eles disseram que não há nenhuma razão para anular o processo ou para recriminar o juiz Sergio Moro. Se a gente pegar a condenação do triplex, que foi de oito anos, dez meses e 20 dias, Lula ainda deve mais de 24 anos de prisão. E há outros processos pela frente.

A condenação estipulada por Moro no caso do triplex era de nove anos e seis meses. O TRF4 aumentou para 12 anos e um mês. Mas, em recurso, o STJ determinou que a pena fosse de oito anos e dez meses. Lula já cumpriu 580 dias."


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