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Segundo a semanal, de 2016, a JBS transferiu 2,1 milhões de reais para o instituto de propriedade do ministro em patrocínios que nem sempre foram públicos.


O grande motivo pelo qual Gilmar Mendes ataca a "lava jato". 

O ministro Gilmar Mendes, que está há nada menos do que 15 anos no Supremo Tribunal Federal (STF), é um homem de posses muito além de seu salário de R$ 33.700. Uma de suas principais fontes de renda é o Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), do qual é sócio junto com seu filho Francisco Schertel Mendes, de 34 anos. O IDP, além de uma fonte de receita, passou a ser uma fonte de dor de cabeça para o ministro, depois que veio a público o caso da JBS e das transações dos irmãos Joesley e Wesley Batista.




Isso porque, nos últimos dois anos, Gilmar e Joesley mantiveram uma parceria comercial e uma convivência amigável, a ponto de se visitarem em Brasília e São Paulo, trocarem favores, compartilharem certezas e incertezas jurídicas e tocarem projetos comuns. De 2016 a junho deste ano (2017), a JBS transferiu 2,1 milhões de reais para o IDP em patrocínios que nem sempre foram públicos. Os valores de patrocínios de empresas iam parar, por vezes, na conta pessoal de Gilmar Mendes. É o que revela uma das mensagens obtidas pela revista Veja, traz mais detalhes sobre a relação entre o juiz e o empresário.

Com informações da Veja

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