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PF descobre o valor do pagamento em promessa para matar Jair Bolsonaro "500 mil reais para matar o dr. Jair”




A Crusoé teve acesso ao depoimento de Farhad Marvizi, o vizinho de cela de Adélio Bispo.

Ao delegado que investiga o atentado a Jair Bolsonaro, Marvizi contou que teria se aproximado de Adélio em março deste ano e obtido dele informações inéditas sobre o caso – algo que, sustenta, poderia mudar os rumos da investigação. O iraniano afirmou ter descoberto que Adélio seria ligado a uma facção e que, além disso, lhe teria revelado o nome do mandante do crime.

O ataque de Adélio, segundo ele, só teria ocorrido após uma promessa de pagamento de 500 mil reais para matar o “dr. Jair”.


Leia um trecho aqui da Crusoé;


Ao delegado, Marvizi contou que teria se aproximado de Adélio em março deste ano e obtido dele informações inéditas sobre o atentado - algo que sustenta, poderia mudar os rumos da investigação. O iraniano afirmou ter descoberto que Adélio seria ligado a uma facção e que além disso, lhe teria revelado o nome do mandante do crime e o nome de uma outra pessoa que supostamente o informou sobre a presença de Bolsonaro em um ato de campanha em Juiz de Fora. Os dois seriam políticos, segundo o relato. O ataque de Adélio só teria ocorrido após uma promessa de pagamento de 500 mil reais para matar o "dr. Jair". 

"Para puxar conversa, a fim de obter informação, o depoente disse a Adélio Bispo que tinha um advogado muito influente em Minas Gerais, chamado dr. Joaquim José Miranda Junior, ex-corregedor-geral do Depen, que poderia ajudá-lo; que esclarece que era apenas uma mentira dita com o proposito de buscar informações da parte de Adélio Bispo, registraram os policiais. 


Indagado se o autor da facada lhe teria contado se mais alguém participou do ataque, o iraniano respondeu; "Que Adélio Bispo teria dito o nome da facção, ao que o depoente, mentindo para buscar confiança, disse também pertencer a mesma facção; que o depoente se recusa a informar o nome da facção, pois teme por sua segurança". Depois emendou que Adélio teria dito o nome do mandante, bem como o nome da pessoa que falou a hora e data em que Jair Bolsonaro estaria em Minas Gerais; que o depoente se recusa a fornecer estes nomes, pois teme por sua segurança". 


Em depoimento, Adélio Bispo de Oliveira relatou que o iraniano Farhad Marvizi, que também está preso em Campo Grande, tentou convencê-lo a delatar Lula, Dilma Rousseff ou Aécio Neves como mandantes do crime, informa a Crusoé.

O autor do atentado a Jair Bolsonaro, no entanto, reafirmou que agiu sozinho.


-Uê e inimputável dá depoimento? só se for pra psiquiatra!, no Brasil acontece cada coisa estranha!

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