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Com o voto decisivo de Cármen Lúcia, a Segunda Turma do STF aceitou parte de uma denúncia contra Renan Calheiros e tornou o senador réu na Lava Jato pela primeira vez, por acusação de corrupção e lavagem de dinheiro.

A ministra acompanhou Edson Fachin e Celso de Mello ao considerar que há indícios mínimos de que, entre 2008 e 2010, ele teria pedido e recebido R$ 150 mil da NM Engenharia, contratada da Transpetro, repassado ao MDB em Tocantins, para beneficiar Leomar Quintanilha.

Votaram pelo arquivamento do caso os ministros Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes.

Será a primeira ação penal contra Renan Calheiros na Lava Jato. Desde 2017, ele já teve uma dezena de inquéritos arquivados na Corte. Ainda existem outras 9 investigações sobre ele em andamento.

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