novo modelo de desenvolvimento para a Amazônia é defendido por cientista brasileiro

Por; Rosinaldo Pereira /colunista
Ameaçada de extinção na Amazônia, a ucuuba, árvore que chega a ter 60 metros de altura, foi apontada como exemplo do potencial econômico da biodiversidade brasileira




Ameaçada de extinção na Amazônia, a ucuuba, árvore que chega a ter 60 metros de altura, foi apontada como exemplo do potencial econômico da biodiversidade brasileira, durante o seminário 1º Congresso do Futuro, que teve início nesta quinta-feira (8), no auditório Petrônio Portella. 
Agora ela permanece de pé e rende três vezes mais por meio da utilização de suas sementes para a produção de cosméticos. 


Precisamos valorizar os produtos da floresta e criar uma bioindústria na Amazônia, gerando bons empregos na região — recomendou o climatologista Carlos Nobre, membro do Conselho Científico sobre Sustentabilidade Global da Secretaria-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), na abertura do seminário, presidido pelo senador Wellington Fagundes (PR-MT). 
cientista recorreu ao exemplo da Amazônia, maior ecossistema do Brasil, para abordar o tema do primeiro painel do seminário, o Desenvolvimento Sustentável da América Latina. 
Ele defendeu a adoção para a região de uma terceira via, além dos modelos puramente conservacionista e de expansão agropecuária.


Em vez de olhar para as possibilidades de produção de carne, grãos e madeira, sugeriu, o país deveria privilegiar o potencial da biodiversidade da Amazônia, utilizando para isso os instrumentos da chamada Quarta Revolução Industrial. 
Em língua indígena, ucuuba significa árvore da graxa, ou da manteiga. 
A empresa pretende movimentar R$ 1 bilhão na região amazônica até 2020, segundo informou durante o seminário o diretor de Assuntos Corporativos da Natura, Marcelo Behar. 
Atualmente, observou, já são beneficiadas pela venda de frutos e sementes 2250 famílias de 30 comunidades. 



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