"Destaque do dia"


O recado de Fux para deputados: "Aprove prisão em 2ª instância" Juízes têm liberado réus aos borbotões

Em evento sobre o Dia Internacional contra a Corrupção, Luiz Fux defendeu que o Congresso aprove uma lei determinando a prisão em segun...




URGENTE;; Sergio Moro e Fachin corre risco de vida “ameaças”

Em:
__ Dia e mês: 15.4.18




URGENTE;; Sergio Moro e Fachin corre risco de vida “ameaças”






Sergio Moro e Fachin corre risco de vida “ameaças”


A história registra exemplos trágicos do que pode acontecer quando criminosos se acham capazes de intimidar a Justiça


Curitiba, 3 de abril, terça-feira, quatro dias antes da prisão do ex-­presidente Lula. Por volta das 20 horas, o juiz Sergio Moro chega a um restaurante num bairro nobre de Curitiba, escolhe uma mesa num canto afastado, perto da entrada da cozinha, protegido por uma mureta que dificulta olhares curiosos. O lugar está praticamente vazio. O juiz senta estrategicamente de costas para a entrada para evitar ser visto, mas parece incomodado por não conseguir observar o movimento. Olha para trás várias vezes, como se estivesse mapeando o ambiente ao seu redor. Aos poucos, o restaurante vai enchendo, o que só aumenta a inquietação. Naquela noite, para aparecer em público como um cidadão qualquer, para ter um pouco de privacidade, para beber uma taça de vinho, o juiz havia driblado o rigoroso esquema de segurança montado para protegê-lo.



Brasília, 11 de abril, quarta-feira, quatro dias após a prisão de Lula. Desde que assumiu o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) em 2015, Edson Fachin cumpre uma rotina espartana. Acorda sempre antes das 8 horas, faz uma caminhada, revisa alguns processos e segue para o trabalho. Com raríssimas exceções, não costuma ir a festas nem participar da agenda social da capital. Quando não está no Supremo, está em casa. Nos pilotis do prédio onde mora, seguranças observam atentos quem entra e quem sai, abordam visitantes desconhecidos, anotam a placa dos carros. As raríssimas incursões que o ministro faz fora do Supremo são acompanhadas de perto por uma equipe de vigilância. Às 8 da manhã de quarta-feira, o ministro desceu para sua caminhada diária, seguido de perto por dois homens que deslizavam a mão sobre o coldre escondido debaixo da camisa todas as vezes que alguém se aproximava.

Sergio Moro e Edson Fachin, cada um à sua maneira, também são prisioneiros da Lava Jato. Moro é o responsável pela operação em Curitiba, o juiz que desmantelou a monumental organização criminosa que tomou de assalto o Estado brasileiro, o autor da ordem de prisão contra o ex-presidente Lula na semana passada. Fachin é o relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), o encarregado de homologar as delações premiadas que envolvem os figurões da República, o ministro que negou ao ex-presidente Lula duas tentativas de escapar da cadeia, a última delas horas antes de ele se entregar à Polícia Federal. Ambos são alvos da fúria de militantes do PT e de outras organizações radicais. Ambos estão ameaçados de morte, perderam a liberdade de ir aonde quiserem, à hora que quiserem, e são alvos de ataques que atingiram também as respectivas famílias. Por questões de segurança, os juízes não falam sobre o assunto. via Veja













Jornalista, articulista político. O que me interessa é a verdade. Sou de "Direita" conservador, amo o meu país.

Se você não divulgar, a Globo não divulga: Compartilhe em "grupos" e alcance mais pessoas:






Inscreva-se no canal "PÁTRIA AMADA BRASIL"

Seguir; Aliança pelo Brasil



"NÃO DEIXE A VOZ DA DIREITA SILENCIAR" O jornalismo em que você confia depende de você. Colabore com o JORNAL 21 BRASIL, uma Imprensa livre e sem dinheiro público, doando qualquer valor. Obrigado de coração a todos vocês, Acesse:





Uma página 100% de DIREITA. Você pode e tem voz.



"Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade é do autor da mensagem"






ALIANÇA PELO BRASIL: "Este é um momento histórico, onde a maioria silenciosa finalmente terá voz". Ajude o presidente, curta a Página


Canal, Pátria amada Brasil

Inscreva-se:

Gilmar assustado com delação de hacker, "mensagens que Mendes defendem são falsas"

Pátria amada Brasil até morrer!
Grupo Público · 50.197 membros
Participar do grupo
Temos total liberdade de apoiarmos a direita encabeçada por Jair Bolsonaro e depois Sergio Moro. junte-se a nós.




As mais lidas do dia