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Adversários ainda não sabem o que fazer para confrontar Bolsonaro

(Sem Deus não há vida, sem família não há base para nada...)



Por; Rosinaldo Pereira



Adversários ainda não sabem o que fazer para confrontar Bolsonaro



O presidenciável Jair Messias Bolsonaro continua isolado na corrida ao planalto como também em coligação com partidos. Os adversários do Militar ainda não chegaram a consenso sobre como confrontar o capitão. Campanhas dos adversários do presidenciável do PSL ainda não chegaram a um consenso sobre a melhor maneira de confrontar o líder nas pesquisas,  diz a colunista Vera Magalhães do jornal estado de SP.
"Na véspera do primeiro debate na TV aberta da eleição presidencial, o da Band amanhã, as campanhas dos adversários de Jair Bolsonaro ainda não chegaram a um consenso sobre a melhor maneira de confrontar o líder nas pesquisas.
Enquanto a necessidade de fazê-lo desidratar nas pesquisas poderia sugerir que ele seja o alvo natural dos ataques de todos os demais, as recentes sabatinas e entrevistas das quais o candidato do PSL à Presidência participou levaram os QGs rivais a reverem essa estratégia.

Um dos responsáveis pela preparação de um dos oito contendores observa que “o bizarro, o inusitado”, não tira voto de Bolsonaro. Ao contrário, parecem fortalecê-lo diante do eleitorado fiel.
A seguir esta leitura, o melhor seria deixá-lo “quieto”, sem forçar um confronto direto no qual ele pode sair “vencedor” segundo uma régua que não é a convencional da política.

A desconstrução de Bolsonaro seria feita, aí sim, na propaganda eleitoral de TV, quando seus adversários vão dispor de um latifúndio de tempo para atacá-lo, e ele não terá nenhum para contra-atacar ou se defender. Para esses estrategistas, as redes sociais não têm poder de fogo para rebater uma campanha destrutiva.
Resta saber se todos vão resistir à tentação de um tête-à-tête com o primeiro colocado no páreo. Isso vale principalmente para Ciro Gomes (PDT), que pode querer aproveitar a ausência do candidato petista no confronto para ser o antípoda de Bolsonaro diante do eleitor de esquerda".





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