Ciro Gomes e Alvaro Dias apoiam Bolsonaro no segundo turno




Ciro Gomes e Alvaro Dias apoiam Bolsonaro no segundo turno




Já foi dada a largada oficial rumo ao planalto, Ciro Gomes e Alvaro Dias podem apoiar Jair Bolsonaro no segundo turno, registra em sua coluna no jornal do estado de SP Eliane Cantanhêde.
Sabem aquela história do “falem mal, mas falem de mim”? É exatamente o que ocorre com o ex-presidente Lula, que está preso em Curitiba, mas corre livre, leve e solto na mídia. É pelo “recall” do seu governo, mas também pelo excesso de exposição, que Lula se mantém disparado na liderança do Ibope, apesar de ser flagrantemente inelegível.

Lula conseguirá transferir seu imenso capital de votos para o “vice” Haddad, que aparece com apenas 4%? Sem Lula, o que aumenta é o estoque de votos brancos, nulos e indecisos (38%), enquanto os demais candidatos, à exceção de Dias, beliscam votos do ex-presidente. Até Bolsonaro e Alckmin ganham dois pontos cada, e Ciro Gomes, quatro. Mas quem mais lucra é Marina, que dobra seu porcentual. Com Lula, ela tem 6%; sem ele, 12%.
Entram aí dois fatores relevantes. Um é que Marina foi do PT, ministra do governo Lula, e é a terceira vez que disputa a Presidência. Outro é que a biografia dela não fica nada a dever à dele: cabocla nortista, também nasceu pobre, num seringal no Acre, foi alfabetizada já na adolescência e é vista pelo eleitorado como “gente como a gente”. De quebra, Marina Silva é a única mulher no pelotão de frente da sucessão e é a que tem o maior porcentual de votos femininos.


É assim que a eleição vai chegando ainda indefinida até o início da propaganda no rádio e na televisão, a partir do dia 31, com Haddad correndo contra o tempo e uma disputa acirradíssima entre o cristalizado poder eleitoral da TV e o emergente poder eleitoral das redes sociais que transformaram Bolsonaro no fenômeno da campanha de 2018.


Contra o crescimento de Haddad e a consolidação de Bolsonaro trabalham Ciro e Marina, que perderam a guerra pelas alianças, e Alckmin, que tem várias vezes mais tempo na TV e mais estrutura de campanha. É exatamente por isso que Ciro e Marina deixam Haddad e Bolsonaro para lá e focam suas baterias contra o tucano. Querem impedir que cresça.
Significa que, na tentativa de isolar Alckmin, Marina, Ciro e também Alvaro Dias podem estar trabalhando efetivamente para garantir o segundo turno entre Bolsonaro e Haddad. Os três não têm força para ganhar, mas têm para derrotar o PSDB e, enfim, eleger PT ou Bolsonaro.



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