As direções partidárias de PSDB, DEM e PSD começaram a discutir a fusão partidária das três siglas em uma única legenda para disputar as eleições de 2022, quando estarão em jogo a Presidência da República, os governos de estado, a Câmara dos Deputados e vagas para o Senado, além dos legislativos estaduais.






João Doria é o candidato natural do PSDB à Presidência, e tem procurado se afastar do mote "BolsoDoria", que ajudou a elegê-lo governador de São Paulo em 2018. Em entrevista ao blogueiro do UOL Josias de Souza, publicada nesta quarta-feira (21), o tucano fez inúmeras críticas à condução do governo Bolsonaro.

As conversas sobre a fusão começaram nos últimos meses e ainda estão incipientes -- não se discutiu qual seria o nome do novo partido, por exemplo -- e por isso participantes do movimento avaliam que ele não será concretizado a tempo das eleições municipais do ano que vem. "O principal empecilho a essa junção era o [Gilberto] Kassab [presidente do PSD]", diz um tucano graduado que participa das negociações.






O grupo pretende enfrentar o presidente Jair Bolsonaro na próxima eleição presidencial. É bom lembrar que João Doria corre o risco de não ser candidato em 2022, (leia aqui). A Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo reafirmou o pedido para que o governador perca o mandato do estado com o governador.

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