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OPÁ! Milhares de caminhoneiros se concentram no Mané Garrincha




Milhares de caminhoneiros se concentram no Mané Garrincha



Caminhoneiros de diversos cantos do país começaram a se concentrar no estacionamento do Estádio Nacional Mané Garrincha, e prometem novas manifestações.



 A movimentação aumentou o burburinho sobre novas paralisações e crise de abastecimento, especialmente nas redes sociais.
Ao Metrópoles, o grupo de pelo menos 10 caminhoneiros disse acreditar que a maior parte da categoria deve chegar a Brasília até este sábado (2/6). 



Sem uma liderança firmada, eles ainda aguardam a chegada de representantes do movimento de outros estados. Espalhem!





Sergio Moro preocupado com a greve dos caminhoneiros pede bom senso antes que ocorram episódios de violência

Sergio Moro preocupado com a greve dos caminhoneiros pede bom senso antes que ocorram episódios de violência

Sergio Moro preocupado com a greve dos caminhoneiros pede bom senso antes que ocorram episódios de violência



No despacho publicado nesta sexta-feira (25), o juiz Sérgio Moro se pronunciou pedindo sobre as atitudes dos manifestantes que integram a greve dos caminhoneiros. Ele classificou como questionável e excessivo o bloqueio das rodovias.

O despacho cancelou as audiências da próxima segunda-feira (28), e não deixou marcada outra data.
Na ocasião, Moro também fez outras considerações sobre os protestos.
– Há uma pauta de reivindicação legítima da respeitável categoria e que deve ser avaliada pelas autoridades competentes. No entanto, o prolongamento excessivo da paralisação e que inclui o questionável bloqueio de rodovias tem gerado sérios problemas para a população em geral, com prejuízo principalmente para o abastecimento de alimentos e de combustíveis nas cidades – avaliou o juiz da Operação Lava Jato.

No parágrafo final do despacho, Moro pediu bom senso aos grevistas.
– Espera-se que prevaleça o bom senso dos envolvidos, com a normalização da situação e antes que ocorram episódios de violência – disse ainda o juiz.




ACABOU! Associação pede que grevistas ‘levantem acampamento’ e sigam a vida

ACABOU! Associação pede que grevistas ‘levantem acampamento’ e sigam a vida

Associação pede que grevistas ‘levantem acampamento’ e sigam a vida






O presidente da Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam), José da Fonseca Lopes, pediu na noite deste domingo, 27, que motoristas que protestam nas rodovias em todo o Brasil “levantem acampamento e sigam a vida” após a publicação das medidas anunciadas pelo presidente Michel Temer no Diário Oficial da União. Para Fonseca, com as medidas publicadas, a regularização do abastecimento ocorrerá “de oito a dez dias para normalizar, para fluir a oferta de carga”. A decisão foi publicada em uma edição extra do Diário Oficial.

“Peço aos que estão nos mais de 500 pontos na estradas que, se nesta segunda-feira, 28, todos os pontos estiverem publicados no Diário Oficial, que os companheiros levantem acampamento e sigam a vida”, disse o presidente da Abcam após a reunião no Palácio do Planalto. Fonseca Lopes foi um dos dois líderes dos caminhoneiros que abandonaram a reunião na quinta-feira que resultou no primeiro acordo – insuficiente para acabar com o protesto nas estradas.
De acordo com nota divulgada na manhã desta segunda-feira, “ainda não houve tempo hábil para que todos os caminhoneiros tomassem conhecimento da decisão tomada. A entidade vem trabalhando para que a informação do acordo chegue em toda a categoria”, cita a nota dos caminhoneiros autônomos.

Questionado sobre como assegura a saída dos caminhoneiros das estradas, Fonseca disse que a “decisão depende dos motoristas”. “Mas quero fazer um apelo a todo mundo que segurou o movimento até agora”, disse. “Eles sabem que chegou o momento de fazer isso”, completou, ao lembrar que o acordo firmado no domingo foi maior que o pedido, já que terá a redução de 0,46 centavos por litro de diesel por 60 dias. Depois, os reajustes serão mensais.

Bloqueios

Ao contrário dos dias anteriores, a Polícia Rodoviária Federal não informou no domingo o número de bloqueios nas rodovias. O órgão atualizava duas vezes por dia os pontos interrompidos, principal indicador sobre a força da paralisação. Segundo a PRF, os dados passariam a ser divulgados pelo Ministério da Segurança Pública. A pasta, porém, não apresentou nenhum número até o fim da noite de domingo.




URGENTE! Petrobras reajusta (aumenta) gasolina

URGENTE! Petrobras reajusta (aumenta) gasolina

Petrobras reajusta gasolina





O diesel vai ficar mais barato, mas a gasolina já aumentou.
O combustível que chegou agora à noite a postos do Distrito Federal traz um aumento de 19 centavos (ou 4,5%), que será naturalmente repassado ao consumidor final.



Você sempre pagará a conta.
Então é chegada a hora de os consumidores de gasolina iniciarem uma paralisação e fechamento em todas as rodovias.
BASTA DE ROUBALHEIRA!




URGENTE: TEMER CEDE E ATENDE REIVINDICAÇÕES DE CAMINHONEIROS, DIESEL CAI 46 CT/ POR LITRO

URGENTE: TEMER CEDE E ATENDE REIVINDICAÇÕES DE CAMINHONEIROS, DIESEL CAI 46 CT/ POR LITRO




URGENTE: TEMER CEDE E ATENDE REIVINDICAÇÕES DE CAMINHONEIROS




Em pronunciamento agora à noite, Michel Temer anunciou uma série de medidas que atendem à pauta de reivindicações dos caminhoneiros autônomos.



Temer prometeu zerar a Cide e o PIS/Cofins incidentes no preço do diesel, o que reduzirá seu valor em 46 centavos. O novo preço será mantido por 60 dias e, a partir daí, os reajustes do combustível serão mensais.
O presidente também vai editar três medidas provisórias: uma para acabar com a cobrança de pedágio sobre eixo suspenso, outra para garantir 30% dos fretes da Conab para esses profissionais e uma terceira para estabelecer a tabela mínima de frete.





URGENTE! NO CONTRA PÉ;  PETROLEIROS ANTECIPAM GREVE PARA ESTA SEGUNDA /28

URGENTE! NO CONTRA PÉ; PETROLEIROS ANTECIPAM GREVE PARA ESTA SEGUNDA /28




NO CONTRA PÉ; PETROLEIROS ANTECIPAM GREVE PARA ESTA SEGUNDA 28


"Os trabalhadores da Replan, em Paulínia, e da Recap, em Mauá, bases do Sindipetro Unificado dos Petroleiros do Estado de São Paulo (Sindipetro Unificado-SP), vão cruzar os braços nesta segunda-feira (28/05), em solidariedade ao movimento dos caminhoneiros e contra a política de reajuste diário do preço dos combustíveis, imposta pelo presidente da empresa, Pedro Parente. Essa política favorece o mercado internacional e prejudica o povo brasileiro", informa nota oficial do sindicato.




A paralisação acontece no início dos turnos da manhã, com o corte de rendição, ou seja, o grupo de petroleiros que começa a jornada na noite deste domingo (27) permanecerá dentro da refinaria até o fim do protesto, que poderá durar até oito horas. O Sindicato também espera a adesão em massa do pessoal do setor administrativo, que inicia o expediente de manhã.

Redução do preço dos combustíveis
Os petroleiros exigem a redução do valor da gasolina, do diesel e do gás de cozinha, a manutenção dos empregos e a retomada da produção interna de combustíveis. O Brasil tem petróleo, refino e distribuição, sendo absolutamente desnecessário o aumento das importações de derivados, como tem feito Parente, desde que implantou a nova política de preços. Desde o ano passado, as importações do país cresceram cerca de 25%.

A categoria também protesta contra o desmonte e a privatização do Sistema Petrobrás. Em abril, Parente anunciou a venda de refinarias no Paraná, em Pernambuco, na Bahia e no Rio Grande do Sul, além de dutos e terminais da Transpetro, subsidiária de transporte e logística de combustíveis. “Não aceitamos essa entrega. As quatro refinarias devem permanecer sob o controle da companhia”, declara o coordenador do Unificado, Juliano Deptula.


Greve Nacional
A Federação Única dos Petroleiros já convocou uma greve nacional de advertência a partir da meia-noite desta quarta-feira, dia 30 de maio. Serão 72 horas de paralisação de trabalhadores do Sistema Petrobrás, em todo o país, reivindicando a queda nos preços dos combustíveis e do gás de cozinha, o fim da entrega da companhia e a saída imediata do presidente da estatal Pedro Parente, que, com o aval do governo Michel Temer, mergulhou o país em uma crise sem precedentes.




E agora Temer, vai acionar também o exército?;  Petroleiros convocam greve por redução dos preços dos combustíveis

E agora Temer, vai acionar também o exército?; Petroleiros convocam greve por redução dos preços dos combustíveis

E agora Temer, vai acionar também o exército?;  Petroleiros convocam greve por redução dos preços dos combustíveis





A Federação Única dos Petroleiros e seus sindicados filiados convocaram uma greve nacional de advertência de 72 horas a partir da quarta-feira, 30, pela redução dos preços dos combustíveis e pela saída do presidente-executivo da Petrobras, Pedro Parente.



A convocação ocorre em um momento em que o país vive uma crise de abastecimento de combustíveis, por conta dos bloqueios realizados por caminhoneiros em greve desde segunda-feira, que pedem a redução do preço do diesel.



Os petroleiros pedem a redução do preço do gás de cozinha e demais combustíveis.
E agora Temer, vai acionar também o exército para os petroleiros?




Força Nacional falida; não tem efetivo para liberar estradas, (Temer vai cair)....

Força Nacional falida; não tem efetivo para liberar estradas, (Temer vai cair)....




Força Nacional falida; não tem efetivo para liberar estradas, (Temer vai cair)....



O general Carlos Alberto dos Santos Cruz, secretário nacional da Segurança Pública, disse que a Força Nacional não tem efetivo para desbloquear as rodovias paralisadas pelos caminhoneiros, publica o Valor.



“Não temos mais efetivo em reserva. Não temos efetivo ocioso.”
Para Cruz, a paralisação dos caminhoneiros está sendo explorada por interesses partidários, não profissionais. 
Mas, todo mundo sabe que os caminhoneiros querem apenas a redução do combustível, isto está bem claro, mas, a grande mídia está com os olhos vedados, cega de entendimento.
Veja também; Há queda de Temer



Assim como no chile,  greve de caminhoneiros podem derrubar o governo Temer

Assim como no chile, greve de caminhoneiros podem derrubar o governo Temer

Assim como no chile, greve de caminhoneiros podem derrubar o governo Temer



Há 7 dias o Brasil está parado pela greve dos caminhoneiros, que já afeta o abastecimento de alimentos, combustíveis e da indústria. A situação, que fica mais caótica a cada dia que passa, pode ficar ainda pior, a julgar pelo histórico: em 1972, no Chile, uma greve de caminhoneiros que durou 26 dias agravou a crise econômica pela qual passava o país, incendiou diversos outros movimentos grevistas e culminou no que seria o golpe de Estado que retirou do poder o então presidente Salvador Allende.



Greves de caminhoneiros são notórias em outros países, como na França, por justamente ameaçar toda a cadeia de distribuição de um país. No Brasil, onde quase 80% dos serviços de transporte de carga utilizados são rodoviários, o exemplo chileno merece ser lembrado.
Em outubro de 1972, os caminhoneiros paralisaram o país pela primeira vez, protestando contra a criação de uma autoridade nacional de transporte, e ativando o gatilho do que seria uma crise trabalhista no país. Estimativas do governo apontam que aquela paralisação inicial custou ao país 200 milhões de dólares na época. Hoje, esse valor seria de mais de 1,2 bilhão de dólares. O governo de Allende resolveu a situação sentando para conversar com os caminhoneiros no final de outubro, mas já era tarde.



Salvador Allende, então presidente de um governo de esquerda, havia sido eleito em 1970 com uma plataforma de nacionalização de serviços, como o sistema de saúde, e da indústria mineral, além de propor a redistribuição de terras. Um ano depois, em agosto de 1973, 40.000 caminhoneiros voltariam a paralisar o país, ao lado de outros 210.000 donos de pequenos negócios e empresários.



Em agosto de 1973, nos momentos derradeiros do governo, a paralisação dos caminhoneiros foi tão catastrófica para a economia que o ministério do Planejamento Nacional emitiu um comunicado sobre as consequências econômicas da paralisação. “A agricultura está seriamente ameaça, a indústria desacelerou e o suprimento de commodities atingiu um ponto crítico”, afirmava o relatório, depois de 23 dias da segunda greve de caminhoneiros.



“Esta é uma greve política, com o objetivo de derrubar o governo com a ajuda do imperialismo”, afirmou Gonzalo Martner, então ministro da pasta. A segunda paralisação foi mais intensa porque o Chile ainda não havia sequer se recuperado integralmente da que havia acontecido um ano antes.



O governo de Allende chegou ao ponto de destacar 500 policiais e três tanques rumo a um galpão onde estavam cerca de mil caminhões para tentar apreender os veículos e forçar os caminhoneiros a retornar ao trabalho. Nesta sexta-feira, o presidente Michel Temer convocou o uso das forças de segurança para desobstruir estradas em todo o país. “Vamos implantar o plano de segurança para superar os graves efeitos do desabastecimento causado por essa paralisação, comunico que acionei as forças federais de segurança para desbloquear as estradas e estou solicitando ao governadores que façam o mesmo”, afirmou o presidente. Até o momento, não há nenhuma certeza sobre a efetividade do novo penultimato do governo
Então; se a greve dos caminhoneiros continuar por mais dias aqui no brasil, a queda do governo Temer é inevitável, o Brasil está parado; falta praticamente tudo. O presidente Michel Temer percebeu o perigo em sua volta, por esse motivo acionou o exército para os caminhoneiros.  








URGENTE! Em são Paulo, caminhoneiros vencem, e o governo anuncia acordo com a categoria

URGENTE! Em são Paulo, caminhoneiros vencem, e o governo anuncia acordo com a categoria

Em são Paulo, caminhoneiros vencem, e o governo anuncia acordo com a categoria






Além de se comprometer com os grevistas a extinguir a cobrança de pedágios dos caminhões com eixos suspensos



O governador de São Paulo, Márcio França (PSB), anunciou na tarde deste sábado que chegou a um acordo de cinco pontos com líderes dos caminhoneiros para encerrar a greve da categoria no estado. A principal medida é que o eixo suspenso, utilizado por caminhões quando estão circulando sem carga, passará a não ser cobrado nas rodovias paulistas a partir da 0h da próxima terça-feira, dia 29.



Além de se comprometer com os grevistas a extinguir a cobrança de pedágios dos caminhões com eixos suspensos, França se comprometeu a garantir que o desconto de 10% do preço do diesel nas refinarias chegue aos postos, prometeu cancelar as multas aplicadas aos caminhoneiros paralisados nas estradas e anunciou um regime diferenciado para o IPVA (imposto sobre veículos) a partir de 2019. O último ponto é a inclusão de um representante da categoria no conselho que regula os transportes no estado de São Paulo. As informações; Veja





Governadora diz que no Paraná a Força Nacional não entra (Veja o Vídeo)

Governadora diz que no Paraná a Força Nacional não entra (Veja o Vídeo)

Governadora diz que no Paraná a Força Nacional não entra (Veja o Vídeo)



A governadora do Paraná Cida Borghetti está solidária com o Movimento dos Caminhoneiros.
Nesta sexta-feira (25), em plena rodovia, ela teve um encontro com representantes da categoria.
A governadora assegurou que no estado do Paraná a Força Nacional não vai entrar para coibir as manifestações, conforme determinado expressamente pelo presidente Michel Temer.



O presidente perdeu totalmente a autoridade para continuar governando.
Fez um acordo de araque com pelegos e quer resolver questão na marra.
Hábil, a governadora fez questão de assegurar que tudo que é essencial, de interesse comum, será atendido e respeitado pelo movimento.





No contra pé, caminhoneiros vão à um quartel pedir Intervenção Militar

No contra pé, caminhoneiros vão à um quartel pedir Intervenção Militar

“Não somos bandidos e não estamos fazendo nada de errado. Por isso não tememos a força nacional"

Já circula em rede social, face book, um vídeo em que caminhoneiros pedem a Intervenção Militar


O presidente Michel Temer, já ordenou o uso da força militar para liberação das rodovias que supostamente encontram bloqueadas. No entanto os caminhoneiros que não são criminosos, mas trabalhadores e lutam pelos seus direitos, tiveram a coragem de ir à um quartel do exército pedir a Intervenção Militar.




De acordo com o vídeo, um dos caminhoneiros diz que não aguenta mais, tanta roubalheira.




Segundo a revista Veja, os representantes dos sindicatos de caminhoneiros disseram que não temem as forças de segurança. Nesta sexta-feira, 25, o presidente Michel Temer resolveu endurecer no tratamento com os caminhoneiros que não aceitaram o acordo negociado na véspera. O acordo previa uma trégua de 15 dias na greve iniciada segunda-feira.




“Não somos bandidos e não estamos fazendo nada de errado. Por isso não tememos a força nacional. Pelo contrário, eles até nos darão segurança”, ironiza o diretor do Sindicato dos Caminhoneiros Autônomos de Ourinhos (SP), Ariovaldo Almeida Jr.
VEJA O VÍDEO

Exército não confia em Temer, e quer decreto nacional de Garantia da Lei e da Ordem para liberar rodoviais bloqueadas

Exército não confia em Temer, e quer decreto nacional de Garantia da Lei e da Ordem para liberar rodoviais bloqueadas

Exército não confia em Temer, e quer decreto nacional de Garantia da Lei e da Ordem para liberar rodoviais bloqueadas





De qual lado as forças armadas estão?
O comando do Exército solicitou a Michel Temer a edição de um decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), informa Robson Bonin em O Globo.



O objetivo é amparar a atuação dos militares em todo o país para liberar rodoviais bloqueadas pela greve dos caminhoneiros.
“Será um guarda-chuva para proteção da tropa em âmbito nacional”, disse ao jornal um militar que não quis se identificar.










URGENTE! TEMER VAI USAR FORÇAS ARMADAS CONTRA CAMINHONEIROS

URGENTE! TEMER VAI USAR FORÇAS ARMADAS CONTRA CAMINHONEIROS

TEMER VAI USAR FORÇAS ARMADAS CONTRA CAMINHONEIROS




Michel Temer vai usar as Forças Armadas contra os caminhoneiros, segundo Vicente Nunes, do Correio Braziliense.



O anúncio será feito daqui a pouco, após reunião que está ocorrendo no Palácio do Planalto.



Temer vai usar como desculpa o suposto descumprimento do acordo que seus ministros firmaram ontem com a CNT e outros sindicatos patronais – sem a participação das lideranças autônomas, verdadeiras responsáveis pelo movimento.




ATUALIZADO; 25/05/2015 AS 13;32 HRS
A folha de São paulo já publicou que; O governo federal autorizou o uso das Forças Armadas para liberar estradas bloqueadas por caminhoneiros caso não haja um refluxo no movimento, que entrou no quinto dia nesta sexta (25).

A decisão foi tomada na manhã desta sexta em reunião de emergência no Palácio do Planalto. 
A atuação do Exército seria como forma de apoio ao trabalho da Polícia Rodoviária Federal e das polícias militares nos estados.

A medida, considerada extrema e indesejada, já vinha sendo avaliada pela área de inteligência e segurança do governo. Na noite de quinta, a Casa Civil havia anunciado uma trégua com as principais entidades do setor, congelando o preço do diesel que move os caminhões por 30 dias e pedindo duas semanas para retomar a negociação.

Até o fim desta manhã, contudo, não havia sinais de arrefecimento daquilo que os caminhoneiros chamam de greve, mas que o governo já identifica majoritariamente como um locaute —quando empresários incentivam a disrupção de um setor econômico para tentar auferir vantagens, o que é ilegal. Ainda assim, há também um fator de espontaneidade na paralisação que intriga e preocupa o governo, temeroso de uma repetição nas estradas do cenário urbano dos protestos de junho de 2013.


Como prometido, taí o aviso



Não há mais combustível no Aeroporto de Brasília, avisa concessionária

Não há mais combustível no Aeroporto de Brasília, avisa concessionária

Não há mais combustível no Aeroporto de Brasília, avisa concessionária



A Inframerica informou na manhã desta sexta-feira, 25, que as reservas de querosene de aviação no aeroporto de Brasília se esgotaram. “Aviões que pousarem no Terminal aéreo e que necessitem de abastecimento ficarão em solo até o fornecimento de combustível no Aeroporto ser normalizado”, diz a nota da concessionária que administra o terminal de Brasília.



A empresa afirma que é fundamental a liberação dos caminhões bloqueados no protesto para a regularização do atendimento e das operações. Segundo a Inframerica, nos últimos dias, apenas dez caminhões chegaram ao aeroporto, todos sob escolta policial. Em média, o terminal recebe diariamente 20 caminhões para abastecimento. Até as 8h desta sexta, não houve registro de entrada de novos caminhões no aeroporto.

A nota da Inframerica ainda informa que em razão do racionamento do querosene de aviação, a “American Airlines cancelou de forma preventiva o voo que vinha de Miami e que pousaria no Aeroporto de Brasília às 7h35. Automaticamente o voo que partiria da capital às 21h55, fica também cancelado.”




Caminhoneiros deu um nó no governo

Caminhoneiros deu um nó no governo

Caminhoneiros deu um nó no governo




Em um movimento sem liderança clara, convocado a princípio por meio de grupos no WhatsApp e que ganhou apoio aos poucos, a greve dos caminhoneiros contra os sucessivos aumentos no preço do diesel alcançou mobilização maciça, raras vezes vista no país. Iniciada na segunda-feira 21, a paralisação atingiu, em diferentes escalas, todos os estados, além do Distrito Federal. Com 400 pontos de bloqueio em vias estratégicas para a circulação de mercadorias, os grevistas praticamente não encontraram resistência policial e conseguiram impedir a circulação dos motoristas que tentavam trabalhar. A paralisação desestabilizou o fornecimento de alimentos, deixou postos e aeroportos sem combustíveis e forçou a suspensão do trabalho em fábricas por falta de componentes. Trata-se de um baque e tanto para a economia, cuja recuperação ainda é frágil. De quebra, os caminhoneiros deram um nó no governo, expuseram a ruína da coordenação política e atropelaram Michel Temer e seu discurso de reformas e estabilidade, bem na semana em que o presidente e o seu partido, o MDB, lançaram oficialmente o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles como candidato à sua sucessão.


Foi a maior paralisação de caminhoneiros em quase duas décadas. Em julho de 1999, os motoristas cruzaram os braços por quatro dias e só voltaram ao trabalho quando o então presidente, Fernando Henrique Cardoso, aceitou rever os reajustes do diesel e dos pedágios federais. Desta vez, o ­caos provocado pela mobilização foi ainda mais amplo. O protesto ganhou o apoio oportunista de associações empresariais do ramo de transportes e de produtores rurais, solidários com os caminhoneiros e também atingidos pela alta no valor dos combustíveis. Desde que a Petrobras ganhou liberdade para fazer reajustes diariamente nas refinarias, em julho do ano passado, o preço tanto da gasolina como do diesel já subiu 22% na bomba dos postos. Sem conseguirem repassar esses custos para o consumidor, os empresários aproveitaram o movimento dos caminhoneiros para espremer o governo. Funcionou perfeitamente.



Em decorrência do colapso nos transportes, o preço dos alimentos disparou nas feiras nos últimos dias. Voos tiveram de ser cancelados, montadoras pararam de fabricar carros por falta de peças e a circulação de ônibus foi reduzida. A população correu aos postos para encher o tanque do carro, mas muitas vezes não havia combustíveis ou as filas eram imensas. O escoamento da safra de grãos ficou comprometido justamente na temporada de exportação. Frigoríficos não tinham carne para processar. Além do incômodo evidente para a população, os transtornos deixaram prejuízos e sequelas para a atividade econômica ainda não estimados.
Desarticulado e aparvalhado, o governo inicialmente subestimou o alcance do protesto — até porque as duas tentativas anteriores de mobilização nacional dos caminhoneiros, em 2013 e 2015, não prosperaram. Depois, vislumbrando o estrago político e econômico, Temer decidiu ceder às pressões. No começo da semana, o discurso dos ministros e do presidente da Petrobras, Pedro Parente, era que não cederiam às chantagens. Na quarta-­feira 23, o tom já era outro. Foi anunciada a suspensão da cobrança das contribuições de intervenção no domínio econômico (Cide), um dos tributos que oneram os combustíveis. A queda nos preços, porém, seria irrisória, de estimados 5 centavos. Foi insuficiente para os caminhoneiros voltarem atrás, apesar do pedido de trégua.

O governo e as lideranças do Congresso prometeram também aprovar a redução de outros impostos que oneram a gasolina e o diesel. Os caminhoneiros acharam pouco. No início da noite do mesmo dia, poucas horas depois de ter deixado uma reunião ministerial em Brasília afirmando que não haveria mudança na política de preços da Petrobras, Parente concedeu uma entrevista e anunciou uma redução temporária de 10% no preço do diesel. A queda, prevista para durar quinze dias, deverá resultar em prejuízo de 350 milhões de reais para a companhia. Segundo o executivo, a medida, que vai frontalmente contra o discurso de autonomia administrativa na estatal, foi necessária diante da falta de alternativas para aplacar os efeitos da greve. A ideia seria apaziguar os ânimos e ganhar tempo para uma solução negociada. Mais uma vez, de nada adiantou. Os motoristas permaneceram irredutíveis e disseram ter se cansado das promessas do governo. Só voltariam ao trabalho quando a redução dos tributos fosse aprovada no Congresso e publicada no Diário Oficial, o que não aconteceu até o fechamento desta edição.


O estrago causado pela concessão aos caminhoneiros foi sentido com força no governo e na Petrobras. Na abertura dos negócios na bolsa, na quinta-­feira, as ações da companhia mergulharam 14%. Contando-se as perdas sofridas nos dias anteriores, o tombo acumulado foi da ordem de 30%, o equivalente a mais de 100 bilhões de reais em termos de valor de mercado da empresa. Dessa maneira, em poucos dias foi à lona boa parte de todo o trabalho de recuperação da petrolífera, que, antes da crise, tinha visto o preço de suas ações subir 70% desde o início do ano.

 Caos - 
A reviravolta enfraqueceu o discurso governista de que os dias de ingerência política na administração, tão comuns nos governos petistas, haviam chegado ao fim. Para o Planalto, que sonha em eleger Meirelles como sucessor, a greve funcionou como uma pá de cal na imagem de Temer. Até aqui, mesmo com os problemas éticos e políticos, dava-se crédito ao governo pela correta condução da economia. Os números mais recentes, no entanto, com expectativas mais baixas em relação ao PIB e a disparada do dólar, reforçados pela trapalhada na condução da greve, mostram que o governo, mesmo na sua área de excelência, tateia no escuro. Para piorar, a nova turbulência política e econômica chega em péssima hora. Complicações em diversos países emergentes, como a Argentina e a Turquia, em meio à alta dos juros nos Estados Unidos, fazem com que os investidores internacionais retirem o seu capital de economias consideradas menos confiáveis, caso do Brasil.

Quando o tsunami está para vir, o mar recua. Mas o governo não prestou atenção nos sinais do desastre. A insatisfação dos caminhoneiros era crescente nas últimas semanas. Trata-se de uma categoria que reúne 2 milhões de profissionais, um terço deles autônomos. O descontentamento chegou a um ponto crítico na semana anterior à da deflagração da paralisação. Ao menos duas grandes associações de classe, a Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam) e a Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos ­(CNTA), encaminharam cartas ao presidente Temer e aos principais ministros em que expunham a situação crítica e apresentavam as suas reivindicações. A CNTA pedia o congelamento temporário do preço do diesel para que fosse negociada uma solução, além da não cobrança de pedágio nas rodovias federais sobre os eixos suspensos dos caminhões. A Abcam, mais radical, exigia a total isenção de tributos federais sobre o diesel. Como não houve resposta concreta do governo, a greve estourou.





Não existem soluções simples para conter a crise. Se a Petrobras for sacrificada, poderá ficar exposta a dificuldades financeiras. A redução dos impostos, por sua vez, complicará ainda mais a precariedade das finanças públicas. A supressão da Cide cobrada do diesel representa uma perda de 2,5 bilhões de reais ao ano aos cofres públicos. A proposta de redução do PIS/Cofins, aprovada a toque de caixa na Câmara e que seguirá para o Senado, poderá resultar em perdas de 12 bilhões de reais. Para não darem pedaladas fiscais, o governo e o Congresso terão de indicar novas fontes de receita e, assim, equilibrar o orçamento.
A questão, além do mais, é saber se tais medidas serão suficientes para conter a escalada nos preços. Desde julho passado, o valor do barril do tipo Brent, que serve de referência para os negócios da Petrobras, saltou de 50 para 80 dólares, variação próxima de 60%. Mesmo sendo praticamente autossuficiente, a estatal precisa seguir os valores de referência mundiais para se manter competitiva e rentável. Do contrário, poderá sucumbir, como a venezuelana PDVSA, dilapidada pelo populismo e sem capacidade de investir em seus negócios. “Quem vai querer ser sócio de uma empresa em que o acionista majoritário, que é o presidente da República, pode decidir segurar os preços dos combustíveis da noite para o dia?”, pergunta Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura.

Há outro efeito deletério do recuo imediato do governo diante dos grevistas: a ação pode acabar representando um estímulo para que outras categorias resolvam também cruzar os braços em defesa de suas reivindicações. O maior risco está entre os petroleiros. A FUP, entidade que os representa nacionalmente, já está preparando uma paralisação contra a venda de ativos da Petrobras​. Os sindicatos também estão se mobilizando para reverter o fim da contribuição obrigatória dos trabalhadores — o que pode pôr as categorias mais fortes e mais organizadas na linha da greve. Com o governo nas cordas e cambaleante, todo mundo pode querer levar vantagem. A chance de ele se recuperar politicamente é mínima, dada a proximidade das eleições. Por isso, já há quem tema uma temporada de paralisações de norte a sul do país. Seria a pior notícia para o governo e para o Brasil, pois serviria como um freio à frágil retomada econômica. conteúdo exclusivo; Veja










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