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URGENTE! Pentágono diz estar pronto para atacar Coreia do Norte “nesta noite”

URGENTE! Pentágono diz estar pronto para atacar Coreia do Norte “nesta noite”

Pentágono diz estar pronto para atacar Coreia do Norte “nesta noite”




Pouco depois de o presidente dos Estados UnidosDonald Trump, afirmar nesta quinta-feira (24) que o país está “preparado” para agir militarmente contra a Coreia do Norte, o Pentágono reiterou esta advertência e disse estar pronto para atuar “nesta mesma noite”.


“Continuaremos com a nossa campanha de máxima pressão, isso não mudou. Se estamos preparados para lutar nesta mesma noite, sim, sempre foi assim”, advertiu a porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, Dana White, em entrevista coletiva.


Questionada sobre qual é o papel da pasta de Defesa nas negociações com Pyongyang, White argumentou que o objetivo do Pentágono sempre foi “apoiar os esforços diplomáticos” de Washington, mas reconheceu a importância das Forças Armadas na estratégia da Casa Branca em relação à Coreia do Norte.


“Trata-se de um enfoque do governo: são as sanções, é o aspecto econômico, o diplomático, o militar. A campanha de máxima pressão afeta todo o governo”, frisou White


'Botão nuclear está na minha mesa,  alcance dos EUA', diz líder norte-coreano Kim Jong-un em mensagem de ano novo

'Botão nuclear está na minha mesa, alcance dos EUA', diz líder norte-coreano Kim Jong-un em mensagem de ano novo


'Botão nuclear está na minha mesa, alcance dos EUA', diz líder norte-coreano Kim Jong-un em mensagem de ano novo




Todos os Estados Unidos estão dentro do alcance de nossas armas nucleares

O líder da Coreia do NorteKim Jong-un, disse nesta segunda-feira, durante uma mensagem de Ano Novo na emissora estatal, que os Estados Unidos nunca poderão iniciar uma guerra contra a Coreia do Norte. Kim afirmou que o país desenvolveu a capacidade de atacar todo o continente americano com armas nucleares. O líder norte-coreano disse ainda que um "botão nuclear" está sempre em sua mesa.

"Todos os Estados Unidos estão dentro do alcance de nossas armas nucleares, e um botão nuclear está sempre na minha mesa. Esta é a realidade, não uma ameaça", disse Kim durante um discurso televisivo do Ano Novo.


Segundo Kim Jong-un, a Coreia deverá se concentrar na produção em massa de ogivas nucleares.
"Este ano, devemos nos concentrar na produção em massa de ogivas nucleares e mísseis balísticos para implantação operacional", disse Kim. "Essas armas serão usadas somente se nossa segurança estiver ameaçada".
A Coreia do Norte testou mísseis balísticos intercontinentais, desafiando as advertências e sanções internacionais, suscitando receios de um novo conflito na península coreana.

Kim disse que é imperativo baixar as tensões militares na península coreana e melhorar os laços com o Sul, acrescentando que o caminho para o diálogo estava aberto. O líder da Coreia do Norte disse também que vai considerar o envio de uma delegação aos Jogos de Olimpíadas de Inverno em Pyeongchang, Coréia do Sul, em fevereiro.


"A participação da Coreia do Norte nos Jogos de Inverno será uma boa oportunidade para mostrar a unidade das pessoas e desejamos que os Jogos sejam um sucesso. Funcionários das duas Coreias podem se encontrar com urgência para discutir a possibilidade", disse Kim.

O presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, disse que a participação da Coreia do Norte garantirá a segurança das Olimpíadas de Pyeongchang e propôs no mês passado que Seul e Washington adiassem grandes exercícios militares que o Norte denuncia como um ensaio para a guerra até depois dos Jogos.


COREIA DO NORTE DIZ QUE NOVO MÍSSIL COLOCA EUA NO ALCANCE DE ARMAS NUCLEARES "voou por 950 quilômetros por 53 minutos"

COREIA DO NORTE DIZ QUE NOVO MÍSSIL COLOCA EUA NO ALCANCE DE ARMAS NUCLEARES "voou por 950 quilômetros por 53 minutos"


COREIA DO NORTE DIZ QUE NOVO MÍSSIL COLOCA EUA NO ALCANCE DE ARMAS NUCLEARES



A Coreia do Norte disse ter testado com sucesso um novo míssil balístico intercontinental (ICBM) nesta quarta-feira que coloca toda a área continental dos Estados Unidos ao alcance de suas armas nucleares; o governo norte-coreano disse que o míssil atingiu altitude de cerca de 4.475 quilômetros e voou por 950 quilômetros por 53 minutos.



O primeiro teste de um míssil norte-coreano desde meados de setembro vem uma semana depois de o presidente dos EUA, Donald Trump, recolocar a Coreia de Norte em uma lista de países que, afirma Washington, apoiam o terrorismo, permitindo a imposição de novas sanções.


A Coreia do Norte, que também realizou seu sexto e maior teste nuclear em setembro, disparou dezenas de mísseis balísticos em testes sob o governo do líder do país, Kim Jong Un, em um desafio a sanções internacionais. O último teste representou a maior distância que um míssil norte-coreano já voou, caindo no mar perto do Japão.
A Coreia do Norte disse que o míssil atingiu altitude de cerca de 4.475 quilômetros e voou por 950 quilômetros por 53 minutos.
"Após assistir ao lançamento com sucesso do novo modelo de ICBM Hwasong-15, Kim Jong Un declarou com orgulho que agora finalmente realizamos a grande causa histórica de completar a força nuclear do Estado, a causa de construir uma potência de mísseis", disse um comunicado lido na TV.
A Coreia do Norte se descreveu como uma "potência nuclear responsável", afirmando que suas armas estratégicas foram desenvolvidas para defender o país "da política de chantagem e da ameaça nuclear dos imperialistas dos EUA".



GUERRAS; Jato americano derruba um avião do exército sírio e drone na Síria e desperta ira de Moscou

GUERRAS; Jato americano derruba um avião do exército sírio e drone na Síria e desperta ira de Moscou


Um avião de combate americano derrubou nesta terça-feira um drone das forças pró-governo na Síria, o que provocou a ira da Rússia, que acusou a coalizão internacional liderada por Washington de “cumplicidade com o terrorismo”.
Este incidente é o último de uma série entre as forças pró-governo e os Estados Unidos, e ocorreu apenas 48 horas após um caça americano destruir um avião do exército sírio em Raqa, no domingo passado.
Moscou colabora militarmente com o governo de Bashar al-Assad na guerra da Síria, enquanto Washington apoia uma aliança curdo-árabe rival e os rebeldes sírios.
A ONU advertiu sobre o risco de uma “escalada”.
O drone de fabricação iraniana Shaheed 129 foi abatido na madrugada desta terça por um avião americano F-15 Strike Eagle depois de ter “mostrado intenção hostil e se dirigido às forças de coalizão”, segundo comunicado divulgado por esta.
Os Estados Unidos já abateram um drone das forças pró-governo há duas semanas, na região de Al-Tanaf, cidade fronteiriça no eixo estratégico de Damasco-Bagdá.
Também bombardeou várias vezes na última semana as forças pró-governo que se aproximavam de Al-Tanaf, onde as forças especiais americanas treinam grupos sírios locais que lutam contra os extremistas do grupo Estado Islâmico (EI).


Em resposta ao incidente aéreo de domingo em Raqa, a Rússia anunciou na segunda-feira a suspensão de seu canal de comunicação militar com os Estados Unidos na Síria. Além disso, afirmou que direcionaria os seus mísseis para os aviões da coalizão detectados a oeste do Eufrates.
Depois da destruição do drone, o vice-ministro russo das Relações Exteriores, Sergei Riabkov, considerou nesta terça-feira que “este tipo de ataque é equiparável à cumplicidade com o terrorismo”.
Este clima agitado levou a Austrália, membro da coalizão internacional, a suspender as suas missões aéreas na Síria.
Ao destruir o avião sírio no domingo, a coalizão afirmou que o aparato em questão bombardeou posições das Forças Democráticas Sírias (FDS).
As FDS, aliança de combatentes curdos e árabes apoiada pelos Estados Unidos, está dirigindo uma ofensiva para expulsar o EI de Raqa. E embora as tropas do governo e as FDS lutem contra o EI, são forças rivais.
“Se o regime sírio atacar as forças que nos ajudam a libertar Raqa, será um problema”, indicou à AFP uma fonte diplomática francesa. “[Ainda] estamos dialogando. Não interessa a ninguém que isto piore”.
Fonte: AFP