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URGENTE; AGORA TUDO DEPENDE DO SUPREMO " O futuro da Lava Jato " A sociedade tem que reagir

(Sem Deus não há vida, sem família não há base para nada...)



Por; Rosinaldo Pereira



AGORA TUDO DEPENDE DO SUPREMO " O futuro da Lava Jato  "

AGORA TUDO DEPENDE DO SUPREMO " O futuro da Lava Jato  "



 O futuro da Lava Jato


O futuro da Lava Jato passa pelas mãos dos onze ministros do Supremo Tribunal Federal de acordo com dois dos principais protagonistas da maior operação de combate à corrupção do País: o juiz Sérgio Moro e o procurador da República Deltan Dallagnol. Ao menos quatro pontos discutidos na Corte, segundo eles, são considerados essenciais: a restrição ao foro privilegiado, o uso das prisões preventivas, a execução da pena após decisão de segundo grau de Justiça e as delações premiadas.

Dallagnol atacou: “O dinheiro continua circulando em malas anos depois do início da Lava Jato. Regras são gestadas no Congresso Nacional para beneficiar políticos. Ministros do Supremo soltam e ‘ressoltam’ corruptos poderosos. Regras estão sendo gestadas no STF que implicarão enormes retrocessos na luta contra a corrupção”.

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A sociedade precisa reagir

O coordenador da força-tarefa em Curitiba disse ainda que o Supremo vinha sendo “muito firme” na manutenção de preventivas, mas que os “recentes sinais” preocupam a Lava Jato. “Um dos argumentos é o de que as prisões preventivas têm durado muito tempo. Até escutamos a expressão de que o Supremo tem um encontro marcado com as prisões cautelares, e realmente teve porque várias pessoas foram soltas a partir daí”, afirmou o Dallagnol.


Moro seguiu a mesma linha e defendeu as preventivas. Segundo ele, a legislação “prevê recursos mais drásticos para interromper essas carreiras criminosas”. O juiz afirmou que não há excesso de prazos nas preventivas, considerando que as condenações ocorrem em “meses”.
A nova preocupação dos dois é a revisão do instrumento da delação premiada. Dallagnol disse ter se assustado ao ouvir novamente a expressão que o “Supremo tem um encontro marcado com as delações”. “Isso (a expressão) me traz calafrios”, afirmou o procurador.





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