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LEIA O TEXTO COMPLETO QUE BOLSONARO COMPARTILHOU E FERVEU TODOS OS PODERES

Por; Rosinaldo Pereira  Bastaram 5 meses de um governo atípico, “sem jeito” com o congresso e de comunicação amadora pa...

Bolsonaro deu um Xeque-mate; Ou aprovam o pacote anticrime, ou Moro concorre a vaga do STF.

Bolsonaro deu um Xeque-mate; Ou aprovam o pacote anticrime, ou Moro concorre a vaga do STF.



A indicação de Moro para o STF

"Sérgio Moro criou um gatilho no pacote para que ele seja aprovado"

Não é nenhuma surpresa essa indicação, então não estragou estratégia alguma e nem causou impacto.


2° Bolsonaro tem o poder de apenas indicar. Há uma sabatina no Senado com todos os indicados e sabendo que a maioria tem pavor do juiz Moro, a ponto de tirar o Coaf das mãos dele por receio das investigações financeiras, imaginem se seria fácil aprová-lo como ministro. Lógico que não!

3° No pacote anticrime apresentado por Moro, há uma cláusula que impede que uma pessoa que tenha ocupado um cargo no governo nos últimos 4 anos, seja indicado ao STF (assim como aconteceu com Alexandre de Moraes que era ministro da justiça de Temer e foi elevado ao cargo de ministro do STF).


Ou seja, o próprio Sérgio Moro criou um gatilho no pacote para que ele seja aprovado, o que Bolsonaro fez foi apenas acioná-lo.
Ou aprovam o pacote, ou Moro concorre a vaga do STF.
Ele está disposto a abrir mão de 'seu' cargo no supremo para que o pacote passe.

Mirando o STF, Moro permanece no cargo até o fim, doa a quem doer



Moro quase desistiu!

Contrariado com várias medidas que tem de tomar por imposição do próprio presidente, o ministro Sergio Moro chegou a pensar em desistir, mas mantém-se no cargo por um projeto maior: uma vaga no STF.


Quando Jair Bolsonaro chamou Sergio Moro à sua casa no Rio de Janeiro, no final de outubro, para convidá-lo oficialmente para ser o superministro da Justiça e Segurança Pública, o então juiz federal responsável pela Operação Lava Jato deixou claro ao recém-eleito presidente da República que acalentava o sonho de ser ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). “Mas não tenho vaga para o STF e sim para o Ministério da Justiça”, enfatizou o presidente. Moro aceitou o ministério sem pestanejar. 

Na época, Moro foi taxativo: “Tenho limites. Se não aguentar, peço para sair”. Mas, graças a sua prudência e paciência, ele permaneceu.


Por ora, a ameaça de deixar o cargo “não passa de especulação”, segundo disse o próprio ministro à ISTOÉ. Amigos do ex-juiz dizem, porém, que ele realmente anda muito amuado. A questão é: até quando ele suportará engolir tantos sapos?

-Moro vai esperar o STF.

Líderes de partidos, PP, PR, PSD e Podemos em reunião secreta na casa de Maia para garantir a derrota de Moro


Houve até uma reunião de madrugada em Brasília em que foi definida uma estratégia para enfraquecer Moro.


Líderes de partidos como PP, PR, PSD e Podemos passaram o dia de ontem, antes da reunião da madrugada, ligando para deputados e sondando a opinião deles sobre a permanência ou não do Coaf no Ministério da Justiça.




A estratégia se revelou tarde da noite, quando, na casa de Rodrigo Maia, se concretizou a possibilidade de trocar membros da comissão mista da MP da reforma administrativa, para garantir a derrota de Sergio Moro.

-A Lava Jato tem que aprofundar com urgência as investigações sobre o Rodrigo Maia.

Moro só sai do governo Bolsonaro quando combater o crime organizado em Brasília

Moro só sai do governo Bolsonaro quando combater o crime organizado em Brasília



O ministro da Justiça Sérgio Moro, não está nem aí para seu desafeto Ibaneis Rocha (MDB), governador de Brasília.

Na sexta, 3, Moro inaugurou na capital da República o Centro Integrado de Inteligência de Segurança Pública Nacional.

O órgão, diz o ministro, é estratégico para o combate a organizações criminosas. Ibaneis, que andou atacando Moro, não foi convidado para a inauguração.



-Moro postou um tuite no início da noite desta sexta-feira (3) que é uma clara demonstração de qual é a sua verdadeira disposição em relação a sua permanência ou não no Ministério da Justiça.

Durante todo o dia a extrema-imprensa especulou uma eventual saída do ministro do governo de Jair Bolsonaro. 



Não serão alguns percalços que o farão desistir.

Nesse sentido, disse o ministro:

“SEOPI - Secretaria de Operações Integradas. Anote esse nome. Vai ouvi-lo bastante nos próximos três anos e sete meses.”

Chega de pilantragem! Moro inaugura centro de inteligência de combate ao crime organizado

Chega de pilantragem! Moro inaugura centro de inteligência de combate ao crime organizado



Em Brasília, o ministro Sergio Moro e o secretário de Operações Integradas, Rosalvo Ferreira Franco, inauguraram nesta sexta-feira o Centro Integrado de Inteligência Nacional.

Com o objetivo de ampliar a troca de informações entre forças policiais, o centro de inteligência vai reforçar o combate ao crime organizado e ao tráfico de armas e drogas.


“Uma das principais medidas tomadas pela pasta foi a criação da Seopi – Secretaria de Operações Integradas”, disse Moro.

“Nós estamos aprofundando essa política, com a criação desses Centros de Inteligência, um para cada região. [Neste ano] Foi inaugurado o Centro do Nordeste, que teve um papel extremamente relevante na crise do Ceará. Nós recebíamos informes diários, ao a cada fato novo, que orientavam as ações policiais de repressão e prevenção no estado.”
Moro não sai do governo e manda recado para a esquerda golpista; Anote esse nome, "Vai ouvi-lo bastante nos próximos três anos e sete meses"

Moro não sai do governo e manda recado para a esquerda golpista; Anote esse nome, "Vai ouvi-lo bastante nos próximos três anos e sete meses"



O ministro Sérgio Moro postou um tuite no início da noite desta sexta-feira (3) que é uma clara demonstração de qual é a sua verdadeira disposição em relação a sua permanência ou não no Ministério da Justiça.
Durante todo o dia a extrema-imprensa especulou uma eventual saída do ministro do governo de Jair Bolsonaro.



Não serão alguns percalços que o farão desistir.
Nesse sentido, disse o ministro:
“SEOPI - Secretaria de Operações Integradas. Anote esse nome. Vai ouvi-lo bastante nos próximos três anos e sete meses.”
Perceberam o recado?
Moro deu a resposta para a mídia acenando para os seus planos.

Veja agora,  Chega de pilantragem! Moro inaugura centro de inteligência de combate ao crime organizado




Sergio Moro fala em renúncia, a sociedade clama, fica Moro!






Sergio Moro, chegou a falar com assessores sobre a possibilidade de renunciar ao cargo.

Segundo a Crusoé, embora tema as consequências políticas de uma eventual pedido de demissão de Moro, sempre que pode Jair Bolsonaro bate o pé para dizer que ele é quem manda, deixando clara a mensagem de que sombras não são bem-vindas.




-O Congresso quer dificultar a vida de Sergio Moro.

A sociedade clama, fica Moro!

Como o Brasil pode mudar? Gilmar Mendes e Sergio Moro juntinhos em  Lisboa

Como o Brasil pode mudar? Gilmar Mendes e Sergio Moro juntinhos em Lisboa



"Antes que pense mal, somos assumido de direita"

O ministro Gilmar Mendes, STF, não está nem aí para seus detratores.

Ele já está de novo em Lisboa.

Gilmar Mendes é dono da Faculdade de Direito, o Instituto Brasileiro de Direito Público, e com a Universidade de Lisboa promoverá a partir de segunda-feira mais uma edição do seu Fórum Jurídico de Lisboa.



Eis a lista dos palestrantes que ele convidou:

- Ministro Sérgio Moro. Presidentes da Câmara e do Senado, Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre - Senadores Jaques Wagner, PT, e Antonio Anastasia, PSDB.


-Moro deve rejeitar esse convite. -Não aceite Sergio Moro.
Sergio Moro puxou com muita força a orelha de Dias Toffoli

Sergio Moro puxou com muita força a orelha de Dias Toffoli



O puxão de orelha em Dias Toffoli 

O Ministro da justiça e segurança pública Sergio Moro, puxou a orelha de leve em Dias Toffoli em reunião fechada com grupo da Câmara que debate lei penal.

Ao falar da sua proposta de cumprimento imediato de sentença de tribunal de júri em casos de homicídios, lembrou que a Primeira Turma do STF tem essa posição.



“Digno de nota destacar que compõe essa maioria da turma o ministro Dias Toffoli, que, embora tenha uma posição um pouco diferente em segunda instância, vota pela execução do veredicto do tribunal de júri”.

Veja também; O impeachment do ministro Dias Toffoli

Duvivier, o ator petista, ofende gravemente o ministro Sérgio Moro (Veja o Vídeo)



O PT e os petistas não ‘perdoam’ o ex-juiz Sérgio Moro por ter condenado o meliante Luiz Inácio Lula da Silva.
Gregório Duvivier, um misto de ator, humorista e ‘intelectualóide’, extrapolou todos os limites da sensatez e da decência.



As agressões desferidas contra o Ministro da Justiça, além de absolutamente despropositadas, denotam uma temerária agressividade, com o fim exclusivo de inflamar a plateia, com argumentos mentirosos e sem sentido.

veja o vídeo das agressões do insano ‘artista’ e na sequência o outro vídeo de Nando Moura, desnudando toda a canalhice do petista.


O Jornal da Cidade Online encaminhou cópia do vídeo ao Ministério da Justiça e aguarda uma posição oficial sobre o assunto. O ministro Sérgio Moro precisa processar esse canalha.

Assista o vídeo aqui antes que seja removido: Vídeo 

#SérgioMoromerecerespeito

Moro tem carta na manga que neutraliza o STF,  "Ministros se preocupam"

Moro tem carta na manga que neutraliza o STF, "Ministros se preocupam"



Sergio Moro, entrevistado pela BandNews, disse que a lei pode ser mudada para levar à Justiça comum os casos de caixa 2 associados a outros crimes:



“Como foi interpretação legislativa, o que se pode fazer é tentar mudar por via legislativa. No âmbito do projeto anticrime, nós temos um projeto, o PLP 38/2019, que pode ser apreciado, e isso pode ser alterado.”

-Difícil é o presidente da câmara pautar.


 Rodrigo Maia silencia com resposta de Moro, "o povo brasileiro não aguenta mais"

Rodrigo Maia silencia com resposta de Moro, "o povo brasileiro não aguenta mais"



Sergio Moro respondeu com uma nota, depois de ter sido chamado por Rodrigo Maia de “funcionário de Bolsonaro” e ter sido acusado pelo presidente da Câmara de ter copiado o texto do projeto anticrime apresentado por Alexandre de Moraes, ainda no governo de Michel Temer.

Leia:



“Sobre as declarações do Presidente da Câmara, Rodrigo Maia, esclareço que apresentei, em nome do Governo do presidente Jair Bolsonaro, um projeto de lei inovador e amplo contra crime organizado, contra crimes violentos e corrupção, flagelos contra o povo brasileiro. A única expectativa que tenho, atendendo aos anseios da sociedade contra o crime, é que o projeto tramite regularmente e seja debatido e aprimorado pelo Congresso Nacional com a urgência que o caso requer. Talvez alguns entendam que o combate ao crime pode ser adiado indefinidamente, mas o povo brasileiro não aguenta mais. Essas questões sempre foram tratadas com respeito e cordialidade com o Presidente da Câmara, e espero que o mesmo possa ocorrer com o projeto e com quem o propôs. Não por questões pessoais, mas por respeito ao cargo e ao amplo desejo do povo brasileiro de viver em um país menos corrupto e mais seguro. Que Deus abençoe essa grande nação.”

STF está encurralado com medidas de Sergio Moro

STF está encurralado com medidas de Sergio Moro



Todo o pacote de medidas contra o crime elaborado pelo ministro da Justiça, Sérgio Moro, modifica somente a lei ordinária, quando ele sabe muito bem que muitas dessas questões hoje vão parar no Supremo Tribunal Federal questionadas por sua constitucionalidade.

Se ele sabe disso muito bem, por que não propor mudanças na Constituição, que eliminem o futuro questionamento, dentro do STF, da validade da nova legislação?



Para obter mudanças constitucionais, o governo precisaria de uma votação de pelo menos dois terços no Congresso, mais difícil que maioria simples. Isso até poderia ser alcançado, com um bom trabalho no Legislativo. Moro, porém, preferiu não se arriscar a fazê-lo.

O ponto mais polêmico, que deve ser rediscutido pelo STF em sessão já marcada para o início de abril, diz respeito à prisão após a condenação em segunda instância.

Liberada pelo STF numa votação por 6 a 5 que alguns ministros agora querem revisar, ela é importante porque serviu de base para a prisão do ex-presidente Lula e outros condenados na Lava Jato. Graças a ela, também, o Ministério Público e a Polícia Federal passaram a ter mais força para pressionar investigados em crimes de corrupção, de modo a fazerem delação premiada. Com isso, a Justiça avançou mais rapidamente nos inquéritos para alcançar os seus mandantes.



Uma vez consagrada na Constituição uma correção que não deixe dúvidas sobre a possibilidade de prisão em segunda instância, Moro teria um amparo inequívoco, a salvo mesmo das interpretações que podem ainda vir de alguns ministros do STF. Como Marco Aurélio Mello e Gilmar Mendes, que se mostram claramente a favor de mandar soltar todo mundo, com base no princípio constitucional do esgotamento dos recursos para a prisão.

Esse princípio, interpretado ao pé da letra, é que leva os condenados com capacidade para pagar advogado em recurso após recurso a permanecerem impunes, num processo interminável. É o caso de gente como o ex-deputado e governador de São Paulo, Paulo Maluf, preso por crimes antigos somente aos 86 anos, e depois enviado para casa como indulto humanitário, para tratar da saúde já em estado crítico.



Caso consiga aprovar seu pacote que muda a lei penal no Congresso integralmente, Moro na prática colocará o STF na parede. Ou o tribunal cede e reconfirma sua interpretação que dá sustentação à Lava Jato, ou terá de enfrentar uma fúria popular jamais vista. É essa força, tanto a cadeira no Ministério, que dão ao ex-juiz transformado em cavaleiro da esperança o poder não mais de dar apenas uma sentença, como mudar todo o sistema.



Será uma decisão de alto desgaste para o STF bloquear a Lava Jato. O vetusto tribunal já não conta com grande popularidade por seu histórico, como a decisão do ministro Marco Aurélio Mello de soltar Lula e mais 150 mil presos em segunda instância, no apagar das luzes do ano judiciário de 2018 - medida suspensa em tempo pelo presidente da instituição, Dias Toffoli, na mesma noite.

A desautorização de Mello por Toffoli é mais uma entre as várias reviravoltas dentro do STF, que vão se tornando deslustrosas para a imagem e a autoridade da instituição.



Gilmar Mendes e Ricardo Lewandovski, dois defensores da interpretação radical-purista da Constituição, também não gozam de grande popularidade, por votarem sistematicamente contra a Lava Jato - apesar da sua inegável contribuição para a destruição do vasto império da corrupção que ameaçava jogar o Brasil na lata do lixo da civilização.

Toffoli, ex-advogado do PT, levado ao STF pelo ex-presidente Lula, apesar da sua intervenção salvadora no ano passado, também não figura entre os ministros nos quais a grande maioria da população depositaria toda a sua confiança.



Complicou-se ainda mais quando tentou impor o voto secreto para a presidência do Senado, a pedido do único interessado nisso, o senador e candidato ao cargo, Renan Calheiros, que buscava utilizá-lo para se manter a salvo da Lava Jato.

Ao ajudar Calheiros, com um despacho emitido no meio da madrugada de sábado para domingo, Toffoli não apenas se colocou ao lado do senador das sombras, no seu esforço para salvar-se da Justiça, como foi também desautorizado publicamente da forma mais acintosa.



Ao abrirem seus votos no plenário, apesar da determinação judicial pela votação secreta, e contra a ameaça de punição pelo regimento da Casa, os senadores não apenas proclamaram sua independência do Judiciário como amarrotaram e jogaram no lixo a ajudinha de Toffoli, tornando seu gesto, além de suspeito, sem nenhum efeito.



Dentro desse quadro, Moro conta que o STF venha a manter seu apoio à Lava Jato, como votado anteriormente. Caso contrário, o poder do tribunal, que já vem sendo questionado nos últimos anos, poderá voltar-se contra ele mesmo. Mais uma reviravolta desse calibre tirará a legitimidade de suas decisões, com consequências nefastas sobre todo o Judiciário, capaz de ruir a partir do topo da pirâmide até o rés do chão. (arepublica)

Pela primeira vez em 20 anos, Moro assina o maior acordo de cooperação com FBI e serviços de inteligência dos EUA



MORO FECHA ACORDO DE COOPERAÇÃO COM FBI E SERVIÇOS DE INTELIGÊNCIA DOS EUA



Brasil e EUA celebram acordos de cooperação em segurança



O Ministério da Justiça e Segurança Pública do Brasil Sergio Moro, assinou acordos de cooperação com a Agência Federal de Investigações (FBI) e o Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos, com objetivo de compartilhar informações sobre grupos criminosos e terroristas, informou Agência Brasil.



O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Maurício Valeixo, assinou os acordos no âmbito da delegação que acompanhou o presidente Jair Bolsonaro em viagem aos Estados Unidos. Segundo o ministério, o combate conjunto ao crime organizado transnacional e ampliação da cooperação já existente são o foco dos novos acordos.



Os textos dos documentos ainda foram divulgados. No entanto, segundo as autoridades, o acordo com o FBI contempla a troca de informações para identificar impressões digitais em investigações criminais. Os países poderão oferecer informações identificadoras de impressões digitais obtidas legalmente.





Sergio Moro vira o jogo da lava jato; Moro e o diretor da PF vão negociar nos EUA o acesso aos dados de Facebook e WhatsApp em casos de investigados

Sergio Moro vira o jogo da lava jato; Moro e o diretor da PF vão negociar nos EUA o acesso aos dados de Facebook e WhatsApp em casos de investigados



O Ministro da justiça Sergio Moro junto com diretor da PF, Maurício Valeixo, vão negociar nos Estados Unidos o acesso aos dados de Facebook e WhatsApp sem a necessidade de um pedido judicial, diz O Globo. 

-A lava jato não morreu. Agora, os supostos áudios dos investigados virão a tona. Imagine o que vem por aí.

Isso vale apenas para investigados.




CALMA! A LAVA JATO NÃO VAI MORRER! SERGIO MORO TEM UMA CARTA NA MANGA

CALMA! A LAVA JATO NÃO VAI MORRER! SERGIO MORO TEM UMA CARTA NA MANGA



Hoje tem festa na papuda, Bangu e Curitiba!


CALMA! A LAVA JATO NÃO VAI MORRER!


Procuradores da Lava Jato se atentaram a um detalhe fundamental para barrar o fim da Lava Jato.

O pacote anticrime de Sergio Moro, que está para ser votado no Congresso, inclui a separação dos crimes para que a Justiça Eleitoral julgue somente crimes eleitorais … ou seja, os demais delitos iriam para as varas criminais e a Operação seguiria ‘firme e forte’.



Através de uma Medida Provisória, o presidente Jair Bolsonaro poderá ‘impedir’ os efeitos colaterais de uma decisão do Supremo.

A MP é um instrumento com força de lei, adotado pelo presidente da República, em casos de relevância e urgência.



Ela produz efeitos imediatos, porém depende de aprovação do Congresso Nacional para transformação definitiva em lei.

Sabe aquela turma do Congresso que foi eleita com o discurso de ‘mudar os rumos do país’ ?

Pois bem … é agora que eles devem entrar em ação e promover uma articulação entre  Moro, Bolsonaro e o Congresso.

Moro deve enviar urgentemente essa MP para o presidente da república. -Vamos ter calma! se depender do Ministro da Justiça "a lava jato não vai morrer".

Moro pediu pra sair

Moro pediu pra sair



No dia em que anunciou que seus filhos não mandam no governo, sem dizer quem de fato manda, o presidente Jair Bolsonaro rendeu-se à pressão dos seus seguidores nas redes sociais e ordenou ao ministro Sérgio Moro, da Justiça e Segurança Pública, que retirasse o convite que fizera à cientista política Ilona Szabó para o Conselho Nacional de Política e Penitenciária. Moro obedeceu sem piar.



A importância do Conselho é quase nenhuma. Criado em 1980, ele é um órgão de consulta do governo para formulação de projetos na área de segurança. Realiza inspeções periódicas nos presídios e cadeias do país. A cada 4 anos, elabora um plano nacional para a prevenção da criminalidade. E sugere as regras para o indulto que o presidente da República concede a presos condenados a cada fim de ano.



São 26 conselheiros – 13 titulares e 13 suplentes. Szabó seria suplente não remunerada. Ela é a diretora executiva do Instituto Igarapé que se dedica a estudar e a chamar a atenção para os desafios da violência e da insegurança no Brasil e na América Latina. Pela relevância do seu trabalho, o instituto abiscoitou quase uma dezena de prêmios internacionais em menos de 8 anos.

Foram consultores do instituto os atuais ministros da Secretaria Geral da Presidência e da Secretaria de Governo, os generais Floriano Peixoto Vieira Neto e Carlos Alberto dos Santos Cruz. O Igarapé foi parceiro do Exército em missões de paz no exterior, inclusive com treinamento de tropas. Moro conheceu Szabó em janeiro passado no Fórum Mundial de Davos, na Suíça. Gostou de suas ideias.



No último dia 22, convidou-a para fazer parte do Conselho. Informou-a que na primeira oportunidade que tivesse ela se tornaria titular de uma das 13 vagas. Anteontem, em Brasília, os dois se reuniram e tiveram “uma ótima conversa”, segundo Szabó. O acerto entre eles começou a desandar ontem, quando nas redes sociais se formou uma onda bolsonarista contra a nomeação da cientista.



Szabó foi acusada de se opor à liberação da venda de armas, à posse de mais de uma arma por pessoa, e de um grau maior liberdade para que policiais, sob a alegação de legítima defesa, possam atirar em bandidos ou apenas suspeitos. Moro também era contra tudo isso, mas acabou cedendo à vontade de Bolsonaro e dos seus devotos.  Um telefonema de Bolsonaro para Moro selou a sorte de Szabó.

Não foi a primeira, e nem será a última vez que Bolsonaro, de olho nos comentários nas redes sociais, revoga um fato que parecia consumado. Aconteceu com o vice-presidente do Instituto Ayrton Senna, o educador Mozart Araújo. Ele foi convidado para ser ministro da Educação. Criticado por ser um liberal, perdeu o lugar para Ricardo Vélez Rodrigues, cria do dito filósofo Olavo de Carvalho.



Em dois meses no cargo, Vélez Rodrigues já protagonizou episódios memoráveis. Disse que universidade não é para todos e que brasileiro viajando é ‘canibal’. E mandou que as escolas filmassem seus alunos cantando o Hino Nacional e lesse para eles uma carta onde Vélez Rodrigues exaltava os “novos tempos” e citava o slogan de campanha de Bolsonaro – Brasil acima de tudo, Deus acima de todos.



Também não foi a primeira vez que Moro, habituado à autonomia que tinha como juiz, foi forçado a dar por não dito o que dissera. Moro foi mais duro do que desejava no seu pacote de leis contra o crime. E mais brando do que pretendia na parte do pacote referente a crimes de corrupção. Sobre Flávio Bolsonaro e seus rolos, Moro evita falar. Já não considera Caixa 2 um crime tão grave assim.

O poder – ou a subserviência – subiu à cabeça de Moro, que se arrisca a ser apontado no futuro como um cavaleiro de triste figura. 
(conteúdo, Veja)

Sergio Moro desmente Jean Wyllys

Sergio Moro desmente Jean Wyllys



O ministro da Justiça, Sergio Moro, lamentou neste sábado a decisão de Jean Wyllys de sair do país e negou que houve omissão por parte das autoridades com relação às denúncias de ameaças ao parlamentar.



Em nota, Moro afirmou que, ao longo de 2017 e de 2018, a Polícia Federal instaurou “diversos” inquéritos para apurar as ameaças.

Segundo o ministro, ainda há investigações em andamento e um dos autores das ameaças, membro do grupo “Homens Sanctos”, foi preso no ano passado.

Leia mais; PF pode investigar Jean Wyllys por suposta venda de mandato para aliado internacional do PT



Moro também disse repudiar a conduta daqueles que “se servem do anonimato da internet para covardemente ameaçar qualquer pessoa e em especial por preconceitos odiosos”.