Maduro recebeu orientações dos russos e do Irã para provocar o Brasil que é aliado dos EUA

Por; Rosinaldo Pereira /colunista



“Sim, Mourão, o golpe quem vai dar vai ser você, ouviu? Vou te esperar aqui com vários milhões de homens e mulheres, além de uma Força Armada Nacional disposta a defender a Constituição, a independência a qualquer custo. Te espero aqui, Mourão. Venha você mesmo. Te convido a vir você mesmo, Mourão”, disse Maduro.



O vice-presidente eleito disse em entrevista publicada pela “Folha de S.Paulo” em novembro que o regime de Maduro cairá por si mesmo e afirmou temer uma “guerra civil violenta” na Venezuela.



O general, que foi adido militar na embaixada brasileira em Caracas entre 2002 e 2004, descartou uma intervenção militar na Venezuela por considerar que “interferir em assuntos internos de outros países não faz parte da tradição diplomática do Brasil”.

Maduro disse “estar preparado” para a suposta intervenção e pediu para que o povo e as Forças Armadas da Venezuela se preparem para “vencer e garantir a paz do país”.



"O ditador pode ter recebido orientações dos russos e do Irã para provocar o Brasil que é aliados do EUA". -Isso faz sentido. Há uma semana, o presidente da Venezuela disse que o assessor de Segurança Nacional dos Estados Unidos, John Bolton, é quem comanda a estratégia para derrubá-lo, com apoio de Brasil e Colômbia.


O apoio ao ditador por parte da Russia, que usou a Venezuela como cobaia para entregar misseis ao Irã visando atacar os judeus, provocou um mal estar diplomático com os EUA, que nos últimos dias o presidente americano  Donald Trump subiu o tom e ganhou força de países aliados com a ideia de uma intervenção militar na Venezuela. 


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