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Câmara esvazia pacote anticrime de Moro

O grupo de trabalho da Câmara que analisa o pacote anticrime rejeitou hoje várias medidas importantes propostas por Sergio Moro p...





PLATEIA DEFENDE SERGIO MORO DE ATAQUE FEMINISTA "video"

PLATEIA DEFENDE SERGIO MORO DE ATAQUE FEMINISTA "video" 


Uma plateia que estava atento nas palavas do juiz federal Sergio Moro, reagiu a uma feminista que atacava com palavras o juiz responsável pela operação federal lava-jato.

Sergio Moro tem se destacado com o seu jeito de ser, homem simples mas de caráter. 


Enquanto  Moro está a frente da maior operação federal lava-jato, já condenou mais de 90 investigados por crimes de corrupção nos quais estão envolvidos homens poderosos dito que o  próprio juiz costuma usar em sua fala.




A caminho do quinto ano de Lava-Jato, não se pode afirmar que o quadro de impunidade nos crimes de corrupção no Brasil permanece inalterado. É o que acreditam duas figuras emblemáticas das investigações que abalaram o mundo político brasileiro, o juiz federal Sérgio Moro e o procurador da República Deltan Dallagnol.



Para eles, o sucesso da operação depende de como será a reação da sociedade daqui para frente. Eles entendem que a sociedade não acredita na justiça mas, tem esperança que um dia a ela seja feita.

O sonho de todos os brasileiros é ver todos os corruptos condenados e presos, independentemente de cor partidária ou poder aquisitivo.



A lista dos 109 fora da lei condenados por Moro #compartilhe

A lista dos 109 fora da lei condenados por Moro #compartilhe


A lista dos 109 corruptos condenados por Moro


A lista dos 109 condenados por Moro


O juiz federal Sérgio Moro, dos processos da Operação Lava Jato, em Curitiba, condenou 109 pessoas em três anos e sete meses de escândalo Petrobrás.
É o resultado de 35 processos em primeira instância julgados pelo magistrados – que atua exclusivamente na Lava Jato, desde 2014.
Entre os condenados estão importantes figuras, como o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (9 anos e 6 meses de prisão), os ex-ministros Antonio Palocci (12 anos e 2 meses) e José Dirceu (32 anos) e o empresário Marcelo Odebrecht (29 anos e 4 meses). O levantamento feito com base nos dados da Justiça Federal inclui as condenações de primeira instância, sem considerar revisões de segundo grau.


OS CONDENADOS POR MORO
  1. Adir Assad – Lobista e operador de propinas
  2. Agenor Franklin Magalhães Medeiros (2 vezes) – Executivo OAS
  3. Agosthilde Monaco – Executivo Petrobrás
  4. Alberto Elisio Vilaça Gomes – Executivo Mendes Júnior
  5. Alberto Youssef (6 vezes) – Doleiro e operador de propinas
  6. Alexandrino de Salles Ramos de Alencar – Executivo Odebrecht
  7. André Catão de Miranda – Doleiro e operador de propinas
  8. André Luiz Vargas Ilário – Ex-deputado do PT
  9. Antônio Carlos Brasil Fioravante Pieruccini – Advogado operador de propina
  10. Antonio Palloci Filho – Ex-ministro do PT
  11. Antônio Pedro Campelo de Souza – Executivo Andrade Gutierrez
  12. Augusto Ribeiro de Mendonça Neto – Empresário Setal
  13. Bruno Luz – Lobista e operador de propinas
  14.  Carlos Alberto Pereira da Costa (3 vezes) – Laranja e operador de propinas
  15. Carlos Emanuel de Carvalho Miranda – Empresário operador de propinas
  16. Carlos Habib Chater ( 2 vezes) – Doleiro e operador de propinas
  17. Cesar Ramos Rocha – Executivo Odebrecht
  18. Cleverson Coelho de Oliveira – Operador de propinas
  19. Dalton dos Santos Avancini – Executivo Camargo Corrêa
  20. Dário de Queiroz Galvão Filho – Empresário Galvão Engenharia
  21. Dário Teixeira Alves Júnior – Laranja e operador de propinas
  22. Demarco Epifânio – Executivo Petrobrás
  23. Ediel Viana da Silva – Laranja e operador de propinas
  24. Eduardo Aparecido de Meira – Empresário e operador de propinas
  25. Eduardo Consentino da Cunha – Ex-deputados PMDB
  26.  Eduardo Costa Vaz Musa (4 vezes) – Executivo Petrobrás e Sete Brasil
  27. Eduardo Hermelino Leite – Executivo Camargo Corrêa


  28. Elton Negrão de Azevedo Júnior – Executivo Andrade Gutierrez
  29. Enivaldo Quadrado –  Operador de propinas
  30. Erton Medeiros Fonseca – Executivo Galvão Engenharia
  31. Esdra de Arantes Ferreira – Laranja Labogen
  32. Faiçal Mohamed Nacirdine – Doleiro e operador de propinas
  33. Fernando Antônio Falcão Soares (2 vezes) – Lobista e operador de propinas
  34. Fernando Antonio Guimarães Hourneaux de Moura – Lobista e operador de propinas
  35. Fernando Augusto Stremel Andrade –  Executivo OAS
  36. Fernando Migliaccio da Silva – Executivo Odebrecht
  37. Fernando Schahin (2 vezes) – Empresário Grupo Schahin
  38. Flávio Gomes Machado Filho – Executivo Andrade Gutierrez
  39. Flavio Henrique de Oliveira Macedo –  Empresário e operador de propinas
  40. Gerson de Mello Almada (2 vezes) – Executivo Engevix
  41. Hamylton Pinheiro Padilha Júnior – Lobista e operador de propinas
  42. Hilberto Mascarenhas Alves da Silva Filho – Executivo Odebrecht
  43. Iara Galdino da Silva – Doleira
  44. Ivan Vernon Gomes Torres Júnior – Laranja ex-assessor de Pedro Corrêa
  45. Jayme Alves de Oliveira Filho – Operador de propinas
  46. Jean Alberto Luscher Castro – Executivo Galvão Engenharia
  47. João Augusto Rezende Henriques (2 vezes) – Lobista e operador de propinas do PMDB
  48. João Carlos de Medeiros Ferraz – Executivo Sete Brasil
  49. João Cerqueira de Santana Filho (2 vezes) – Marqueteiro do PT
  50. João Claudio de Carvalho Genu – Assessor do PP operador de propinas
  51. João Luiz Correia Argolo dos Santos – Ex-deputado do PP
  52. João Procópio Junqueira Pacheco de Almeida Prado – Laranja e operador de propina
  53. João Ricardo Auler – Executivo Camargo Corrêa
  54. Joao Vaccari Neto (5 vezes) – Tesoureiro do PT
  55. Jorge Luz – Lobista e operador de propinas do PMDB
  56. Jorge Afonso Argello – Ex-senador do PTB
  57. Jorge Luiz Zelada (2 vezes) – Executivo Petrobrás
  58. José Adolfo Pascowitch – Lobista e operador de propinas
  59. José Aldemário Pinheiro Filho (3 vezes) – Executivo OAS
  60. José Carlos Costa Marques Bumlai – Pecuarista amigo de Lula
  61. José Dirceu (2 vezes) – Ex-ministro do PT
  62. José Ricardo Nogueira Breghirolli – Executivo OAS
  63. Juliana Cordeiro de Moura – Doleira operadora de propinas
  64. Julio Cesar dos Santos – Ex-sócio de José Dirceu
  65. Júlio Gerin de Almeida Camargo (2 vezes) – Lobista e operador de propinas
  66. Leandro Meirelles – Doleiro e operador de propinas
  67. Leon Denis Vargas Ilário – Irmão do ex-deputado André Vargas
  68. Leonardo Meirelles – Doleiro e operador de propinas
  69. Luccas Pace Júnior – Doleiro e operador de propinas
  70. Luiz Carlos Moreira – Executivo da Petrobrás
  71. Luiz Eduardo da Rocha Soares – Executivo Odebrecht
  72. Luiz Eduardo de Oliveira e Silva (2 vezes) – Irmão de José Dirceu
  73. Luiz Inácio Lula da Silva – Ex-presidente
  74. Marcelo Bahia Odebrecht (2 vezes) – Empresário Odebrecht
  75. Marcelo Rodrigues – Operador de propinas Odebrecht
  76. Márcio Andrade Bonilho – Empresário e operador de propinas
  77. Márcio Faria da Silva (2 vezes) –  Executivo Odebrecht
  78. Maria Dirce Penasso – Doleira operadora de propinas
  79. Mario Frederico Mendonça Goes – Lobista e operador de propinas
  80. Matheus Coutinho de Sá Oliveira – Executivo OAS
  81. Milton Pascowitch – Lobista e operador de propinas
  82. Milton Taufic Schahin (2 vezes) – Empresário Grupo Schahin
  83. Mônica Regina Cunha Moura (2 vezes) – Marqueteira do PT
  84. Nelma Mitsue Penasso Kodama – Doleira operadora de propinas
  85. Nestor Cunat Cerveró (3 vezes) – Executivo Petrobrás
  86. Olívio Rodrigues Junior (2 vezes) – Operador de propinas Odebrecht
  87. Paulo Roberto Costa (7 vezes) – Executivo Odebrecht
  88. Paulo Roberto Dalmazzo – Executivo Andrade Gutierrez
  89. Pedro Argese Júnior – Laranja Labogen
  90. Pedro da Silva Correa de Oliveira Andrade Neto – Ex-deputado PP
  91. Pedro José Barusco Filho (3 vezes) – Executivo Petrobrás
  92. Rafael Ângulo Lopes (2 vezes) – Operador de propinas
  93. Raul Henrique Srour – Doleiro operador de propinas
  94. Renato de Souza Duque (6 vezes) – Executivo Petrobrás
  95. Renê Luiz Pereira –  Doleiro operador de propinas
  96. Ricardo Hoffmann –  Publicitário
  97. Ricardo Ribeiro Pessoa (2 vezes) – Empresário UTC
  98. Rinaldo Gonçalves de Carvalho – Funcionário Banco do Brasil
  99. Roberto Gonçalves –  Executivo Petrobrás
  100. Roberto Marques – Ex-assessor José Dirceu
  101. Rogério Cunha de Oliveira – Executivo Mendes Júnior
  102. Rogerio dos Santos Araújo (2 vezes) – Executivo Odebrecht
  103. Salim Taufic Schahin – Empresário Grupo Schahin
  104. Sérgio Cunha Mendes – Empresário Mendes Júnior
  105. Sérgio de Oliveira Cabral Santos Filho – Ex-governador Rio
  106. Sônia Mariza Branco – Operadora de propinas
  107. Waldomiro Oliveira – Empresário e operador de propinas Sanko Sider
  108. Walmir Pinheiro Santana (2 vezes) – Executivo UTC
  109. Wilson Carlos Cordeiro da Silva Carvalho – Ex-secretário governo do Rio
  110. Zwi Skornicki – Lobista e operador de propinas





Enquanto Moro condena na "LAVA JATO"   STJ solta no tribunal

Enquanto Moro condena na "LAVA JATO" STJ solta no tribunal

Enquanto Moro condena na "LAVA JATO"   STJ solta no tribunal 


Enquanto Moro condena na "LAVA JATO"   STJ solta no tribunal

Enquanto Moro condena na "LAVA JATO"   STJ solta no tribunal 




Juiz federal Sergio Moro, relator da Operação Lava Jato na primeira instância, em Curitiba, condenou o ex-gerente da Petrobras Luiz Carlos Moreira a 12 anos de prisão, por três crimes de corrupção passiva e um de lavagem de dinheiro, determinando que ele deve ficar preso enquanto aguarda julgamento de recurso.

Na sentença publicada hoje (20), Moro também determinou a prisão preventiva da dupla de lobistas Jorge Luz e Bruno Luz, ambos apontados pelos investigadores como operadores do PMDB. O primeiro foi condenado a 13 e oito meses por dois crimes de corrupção passiva e seis de lavagem de dinheiro. 

O outro foi absolvido da corrupção passiva, mas pegou seis anos e oito meses por seis crimes de lavagem.



Jorge Luz e Bruno Luz foram presos em fevereiro deste ano, nos Estados Unidos, em decorrência da Operação Blackout, 38ª fase da Lava Jato. O ex-gerente da Petrobras Luiz Carlos Moreira foi preso nesta sexta-feira pela Polícia Federal (PF), no Rio de Janeiro, sendo acusado também de destruir provas.

veja também; 
LULA ESPALHA PELO BRASIL; "A Polícia Federal e o Ministério Público da Lava Jato mentiram"




O processo é decorrente das investigações sobre o pagamento de propina no âmbito da Área Internacional da Petrobras, à época dirigida por Nestor Cerveró. Segundo o Ministério Público Federal (MPF), os desvios de ao menos US$ 15 milhões foram feitos em contratos do navio-sonda Vitória 1000, firmados entre a Petrobras e Grupo Schahin.


Já a Sexta Turma do STJ decidiu soltar Carlos Arthur Nuzman, informa Lauro Jardim. O ex-presidente do Comitê Olímpico do Brasil está preso no Rio desde o início deste mês. Ele é acusado pelo MPF de participar de um esquema de compra de votos para a escolha do Rio como sede da Olimpíada de 2016.











EXCLUSIVO; ASSISTA ENTREVISTA COM SERGIO MORO AQUI "É só o começo"

ENTREVISTA COM SERGIO MORO  "É só o começo" 




Olá! É pra valer. Demorou, mas agora aconteceu de verdade essa entrevista com o juiz federal Sérgio Moro. Foi gravada em Curitiba e faz uma análise desses 3 anos e meio de Lava Jato. E outros temas.

leia mais; LULA ESPALHA PELO BRASIL; "A Polícia Federal e o Ministério Público da Lava Jato mentiram"





Será exibida pela GloboNews às 23h desta terça-feira (17), em um programa especial.

Na entrevista, Moro afirma que a Lava Jato não será suficiente para eliminar a corrupção.

"A Lava Jato não vai acabar com a corrupção, isso não vai acontecer. É só o começo. A raiz desse problema está entre outras coisas no loteamento de cargos públicos, nos políticos que não estão preocupados em acabar com isso. Nós é que temos que nos perguntar: vamos permitir isso continuar e não vamos fazer nada?"

Desde o ano passado, circulam na internet boatos de que essa entrevista tinha sido feita, o que só aconteceu agora. conteúdo; http://g1.globo.com/politica





Advogado de lula na ONU critica presença de Moro  na estréia do filme da lava jato

Advogado de lula na ONU critica presença de Moro na estréia do filme da lava jato

jorna do brasil

Advogado de lula na ONU critica presença de Moro  na estréia do filme da lava jato



O
 jornal o globo publicou (31) hoje que  o advogado australiano também criticou o juiz por ter divulgado conversas telefônicas de Lula com seus familiares e defensores.
— Diante disso, ele não poderia jamais ser uma pessoa imparcial no julgamento. É óbvio que ele iria considerar o Lula culpado.

Robertson veio ao Brasil a convite dos advogados de defesa de Lula. Ele avalia que Moro atua, ao mesmo tempo, como promotor e juiz na Lava-Jato.
— Ele ama publicidade. E quando a publicidade se conecta com a pessoa que ele está julgando isso é um problema — afirmou, ao discursar para os convidados do jantar realizado na casa do advogado Pedro Serrano.

Robertson contou ter lido todas as páginas da sentença de condenação e disse não ter encontrado “nenhuma prova” dos crimes atribuídos ao ex-presidente. O defensor internacional de Lula ainda atacou o presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz, por ter elogiado a sentença de Moro. É o TRF-4 que julgará o recurso do ex-presidente.





— Ele pré-julgou. Isso mostra que o julgamento não será imparcial.
Na avaliação de Robertson, o sistema judicial brasileiro é “inquisitorial” porque o mesmo juiz que acompanha a investigação julga se o réu. Antes do jantar, o advogado participou de uma sessão conjunta das comissões de direitos humanos da Câmara e do Senado, em Brasília. Ele fica no Brasil até sexta-feira.

O australiano radicado em Londres foi convidado, no ano passado, pelos defensores de Lula na Lava-Jato para representar o ex-presidente na ONU. Em julho do ano passado, o advogado protocolou um documento no comitê de direitos humanos do organismo internacional alegando que a Justiça brasileira viola três artigos do Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos da ONU, aceito pelo Brasil em 1992: proteção contra detenção arbitrária; o direito de presunção de inocência; e a proteção contra interferências arbitrárias ou ilegais na privacidade, família, lar ou correspondência. O caso ainda não foi concluido.





advogado defensor de investigados da lava jato diz; Moro deveria ser preso


jornal do brasil


advogado defensor de investigados da lava jato diz; Moro deveria ser preso

O advogado criminalista Antonio castro de almeida castro , mais conhecido por kakay é um advogado criminalista brasileiro, que defende os investigado da operação.

O  que Moro fez de errado para ser preso?

Segundo informou a folha de são paulo publicada domingo (27) - De cordo com a publicação o advogado rodrigo tecla Duran acusou Zucolotto Junior conhecido de Sergio Moro de realizar negociações com a força tarefa da lava jato.
Moro defende-se;
 A acusação do advogado é falsa.

urgente; JUIZ SERGIO MORO QUASE FOI PRESO

urgente; JUIZ SERGIO MORO QUASE FOI PRESO

jornal do brasil

JUIZ SERGIO MORO QUASE FOI PRESO 


Repercutiu a matéria do jornal Folha de S. Paulo que traz a acusação deRodrigo Tacla Duran, que trabalhou como advogado para a Odebrecht de 2011 a 2016, contra o também advogado Carlos Zucolotto. Segundo Duran, o advogado intermediou negociações paralelas com a força-tarefa da Operação Lava-Jato.
Zucolotto é amigo pessoal de Sérgio Moro e, segundo a Folha, foi padrinho do casamento do juiz com Rosângela Wolff, de quem é sócia. Além disso, é advogado em ação trabalhista do Procurador da República Carlos Fernando dos Santos Lima, que tem exclusiva atuação na Operação Lava Jato. Duran afirma que Zucolotto – que atuou como correspondente no Brasil da banca Tacla Duran Advogados Associados – o abordou para diminuir a pena e a multa que o ex-advogado da Odebrecht deveria pagar em um acordo de delação premiada. A negociação seria conduzida paralelamente e advogado amigo de Moro receberia dinheiro por isso. Duran afirma ter correspondência trocada entre ele e Zucolotto como prova.
Leia também:


Antes disso, Duran afirma que o procurador Roberson Pozzobon teria proposto que ele pagasse uma multa de US$ 15 milhões à Justiça. Ele teria dito que não aceitava a proposta e foi então que Zucolotto teria entrado nas negociações para “melhorar a proposta”. Segundo o advogado, a proposta de Zucolotto seria alterar o regime de prisão de fechado para domiciliar e diminuir a multa para um terço do valor, ou seja, US$ 5 milhões. “E você paga mais um terço de honorários para poder resolver isso, me entende? (…)”Mas por fora porque tenho de resolver o pessoal que vai ajudar nisso”, teria escrito Zucolotto em correspondência que Duran afirma ter. Após essa abordagem, os procuradores Julio Noronha e Roberson Pozzobon teriam encaminhado por e-mail “uma minuta de acordo de colaboração com as condições alteradas conforme o que Zucolotto havia indicado em suas mensagens”.

JUIZ SERGIO MORO QUASE FOI PRESO 

Defesa de Moro
Apesar de não ter sido pessoalmente acusado, Sérgio Moro encaminhou uma nota em sua defesa (leia ao final). Nela, confirmou que Carlos Zucolotto Jr. é um amigo pessoal, mas que a acusação de Rodrigo Duran seria falsa; que Duran é acusado de crimes e foragido da justiça; que não houve qualquer contato com o acusado pelo MPF ou o Juízo de Curitiba e que o advogado não apresentou nenhuma prova à matéria.
Além disso, o magistrado procurou pessoalmente Zucolotto e enviou as explicações dele à matéria: “a partir das perguntas efetuadas, o sr. Carlos Zucolotto, consultado, informou que foi contratado para extração de cópias de processo de execução fiscal por pessoa talvez ligada a Rodrigo Tacla Duran em razão do sobrenome (Flávia Tacla Duran) e por valores módicos”, diz Moro.
À Folha, Moro afirmou ainda que sua mulher, Rosangela, participou de uma sociedade de advogados com Zucolotto, mas “sem comunhão de trabalho ou de honorários”. Segundo ele, Rosangela, embora fosse sócia, “jamais trabalhou em processos do escritório do sr. Carlos Zucolotto e vice-versa”.
Já o Procurador Carlos Fernando respondeu que Zucolotto não é seu advogado, mas sim Vicente Paula Santos, o qual já foi sócio em banca de advocacia do amigo de Moro.
Juristas comentam como acusação de Zucolotto a Moro se desenrolaria se lógica da Lava Jato fosse aplicada também a esse caso. Foto: Lula Marques/AGPT
Por questão de coerência, é preciso considerar que Moro segue sendo presumivelmente inocente. Contudo, ainda bem que o Juiz Sergio Moro jamais será julgado pelo Juiz Sergio Moro – resumiu em suas redes sociais o Professor de Direito Penal da Universidade Estadual de Maringá, no Paraná, Gustavo Noronha De Ávila.
A mais dura manifestação no meio jurídico veio do notório criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, também conhecido como Kakay, que fez uma interpretação do caso na lógica da Operação Lava Jato, concluindo que se fosse Moro julgando, caberia prisão preventiva “com certeza” (leia abaixo na íntegra). Para chegar à conclusão, o advogado ironizou a argumentação do magistrado de que as palavras de Duran não poderiam ser levadas a sério, uma vez que ele é um “acusado”. A contradição vem do fato de que acusar e condenar pessoas apenas com base em palavras de acusados é “rigorosamente o que ele [Moro] faz ao longo de toda a operação!”.
Ao Justificando, Kakay afirmou que é evidente que não defendeu a prisão de Moro, mas tão somente explicou que à luz do que o magistrado federal vem entendendo para réus da Lava Jato, seus argumentos de defesa na matéria da Folha de São Paulo não se sustentam, conforme a própria lógica aplicada na operação.
No mesmo sentido, o Procurador do Estado de São Paulo e colunista do Justificando Marcio Sotelo Felippe ironizou nas redes sociais – “O amigo do Moro foi acusado de vender facilidades na Lava Jato. Amigo e ex-sócio da sua mulher. Moro disse que a palavra de um acusado não vale nada. Todos que pegaram pesadas penas impostas por Moro com base na palavra de acusados estão muito aliviados agora…”.
Outra questão trazida por Kakay é a confirmação da relação de sociedade entre a esposa do magistrado e Zucolotto, bem como o envio de email pelos procuradores nos mesmos termos do que teria sido oferecido de antemão pelo advogado, fatos que ele – habituado em defender réus na Lava Jato – seriam utilizados como base de decretação de busca e apreensão e prisão preventiva.
Quanto ao Procurador da República Carlos Fernando e sua relação com Zucolotto, Kakay afirmou que “a negativa do tal procurador Carlos Fernando de que o advogado Zucolatto, embora conste na procuração, não é seu advogado mas sim um outro nome da procuração, seria ridicularizada e aceita como motivo para uma busca e apreensão no escritório de advocacia”.

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Apesar da ampla convicção de que Moro, caso fosse julgado por este fato por ele próprio, estaria em maus lençóis, juristas apontam a necessidade de respeito à ampla defesa, à presunção de inocência e ao devido processo legal. Como afirmou em suas redes sociais o Professor de Constitucional da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) Pedro Estevam Serrano, “o relato [de Tacla Duran] deve ser confirmado formalmente e investigado, mas não se pode oferecer qualquer valor a declarações de acusados ou delatores desacompanhados de provas contundentes. Mesmo a imprensa deveria ser bem mais comedida ao divulgar o tema”.
“Se os agentes nunca trataram a presunção de inocência de forma adequada, o que me parece fato, não é aspecto relevante que leve a qualquer restrição indevida de seus direitos fundamentais” – argumentou Serrano. justificando.cartacapital.com.br



A TENTATIVA DE EXPULSAR MORO DA LAVA JATO FALHOU, Tribunal garante Moro na Lava Jato

A TENTATIVA DE EXPULSAR MORO DA LAVA JATO FALHOU, Tribunal garante Moro na Lava Jato




A TENTATIVA DE EXPULSAR MORO DA LAVA JATO FALHOU, Tribunal garante Moro na Lava Jato


Os desembargadores da 8.ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF4) negaram nesta quarta-feira, 23, quatro exceções de suspeição movidas contra o juiz Sérgio Moro, da 13.ª Vara Federal de Curitiba, por réus da Operação Lava Jato.
Segundo informou epocanegocios que condenação de Lula chega ao tribunal de segunda instância Funcionária diz que vai se ausentar para cuidar de saúde mental e resposta do chefe viraliza Como é a vida de Jeff Bezos 11 maneiras de relaxar de verdade Duas ações foram movidas pelos executivos da Construtora Queiróz Galvão - o ex-presidente da empresa Idelfonso Colares Filho e Othon Zanoide de Moraes Filho.

Segundo os advogados, Moro seria suspeito para julgar o processo criminal de seus clientes por ter se autodeclarado suspeito em um inquérito policial em que o doleiro Alberto Youssef era investigado em 2007.
Para as defesas, a suspeição deveria ser estendida para as ações atuais da Operação Lava Jato que envolvessem Youssef.
Outra alegação dos advogados da Iesa é que Moro teria assumido "postura favorável à acusação nos processos da Operação Lava Jato ao escrever um artigo publicado em 2004 pela Folha de São Paulo referente à Operação Mãos Limpas (da Itália)".




Para o relator, desembargador federal João Pedro Gebran Neto, a causa da suspeição do procedimento investigatório pretérito não se comunica com o atual contexto processual da Lava Jato.
Gebran assinalou que a declaração de suspeição de Moro naquela ação não tinha como foco o então investigado Youssef, mas atos praticados pela polícia, que o magistrado teria entendido como "tendenciosos".
Sobre o artigo na Folha de São Paulo, o desembargador observou que "este (o texto) teve índole meramente informativa e sequer é contemporâneo aos fatos investigados".
As defesas argumentaram ainda que a decretação de medidas cautelares também colocaria o magistrado da 13.ª Vara Federal de Curitiba sob suspeição.
Conforme o desembargador, a determinação de diligências, a decretação da prisão dos investigados na fase pré-processual e o recebimento da denúncia fazem parte do cotidiano do magistrado na condução da causa, "sendo a externalização de suas impressões sobre os fatos necessária na fundamentação da medida, o que não pode ser confundido com comportamento tendencioso".

MORO PREOCUPADO; TALVEZ NÃO FIQUEM PRESOS EM OUTRAS INSTANCIAS



TALVEZ NÃO FIQUEM PRESOS EM OUTRAS INSTANCIAS


TALVEZ NÃO FIQUEM PRESOS EM OUTRAS INSTANCIAS 


O juiz federal Sergio Moro, responsável pelos processos da operação Lava Jato na primeira instância, disse nesta segunda-feira (21) que uma mudança como a debatida pela Câmara dos Deputados sobre alterações no Código do Processo Penal não é "necessariamente positiva".


"Um novo código é um projeto de envergadura, e tem que ser muito bem pensado. Rogo que isso seja muito bem refletido. Por vezes, a mudança não necessariamente é positiva", disse Moro, em evento realizado na Assembleia Legislativa do Paraná, mas que foi convocado pela comissão especial da Câmara dos Deputados para discutir o projeto de lei que pretende reformar o Código de Processo Penal, um conjunto de normas que regulamentam como os crimes são julgados.

Moro leu trechos e fez comentários para o documento que entregou aos parlamentares. Com mais de 40 páginas, o texto reúne 23 sugestões reunidas pelo magistrado ao projeto de reforma do Código.

TALVEZ NÃO FIQUEM PRESOS EM OUTRAS INSTANCIAS 

Defendeu a manutenção do cumprimento da pena após a sentença ser confirmada em segundo grau --o que já ocorre no Brasil desde fevereiro do ano passado, após decisão do STF (Supremo Tribunal Federal). Até então, exigia-se o trânsito em julgado --termo técnico que significa que é preciso que se esgotem todos os recursos jurídicos possíveis. "Anteriormente, tínhamos processos que nunca terminavam. Os tribunais superiores são abarrotados, não têm condições de julgar em tempo razoável", afirmou. informações de UOL

cientista político detona Sergio Moro ' É vergonhosa a atuação dele '


cientista político detona Sergio Moro ' É vergonhosa a atuação dele '

cientista político detona Sergio Moro ' É vergonhosa a atuação dele '


Em entrevista à TV 247, o cientista político e professor Aldo Fornazieri criticou o que chamou de "parcialidades" da Operação Lava Jato e avaliou que a investigação, embora tenha um papel importante no combate à corrupção, "se perdeu"; "Ela se perdeu nas parcialidades, na ação persecutória do Moro e de procuradores contra o Lula", afirmou; para ele, "Moro agiu politicamente em todo o processo".

"Ele foi copartícipe do processo do golpe, não tenho dúvidas disso", ressaltou; "É vergonhosa a atuação dele"; Fornazieri faz uma crítica à esquerda na reação contra o golpe e defende a criação de uma frente progressista para 2018, com um programa de governo; "O mais importante é a unidade, porque a fragmentação favorece aqueles que deram o golpe", diz;




VEJA O VIDEO; APOSENTADORIA DE DILMA FOI IRREGULAR www.brasil247.com
MORO rebate advogados de Mariano Marcondes Ferraz , não é mera coincidência, '878 mil dólares'

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MORO rebate advogados de Mariano Marcondes Ferraz , não é mera coincidência, '878 mil dólares'  


MORO rebate advogados de Mariano Marcondes Ferraz , não é mera coincidência, '878 mil dólares'


MORO rebate advogados de Mariano Marcondes Ferraz , não é mera coincidência, '878 mil dólares'  

Em despacho entregue nesta quinta (17), o juiz Sergio Moro rebateu a defesa de Mariano Marcondes Ferraz, que pediu anulação da ação penal contra o empresário.


Segundo os advogados, o Ministério Público não descreveu na denúncia nenhuma conduta de lavagem de dinheiro por parte de Marcondes Ferraz.
A força-tarefa da Lava-Jato o acusa de pagar 878 mil dólares ao ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa. O dinheiro seria usado em troca de vantagens para suas empresas.
A defesa afirmou ainda que o montante era “mero pagamento da alegada vantagem indevida, através da simples movimentação de valores”, sem “descrever ato de ocultação ou dissimulação.”

Moro, entretanto, negou o pedido. Segundo o magistrado, “as longas dezessete laudas da denúncia descrevem suficientemente os fatos”. 
O juiz disse ainda que “fica evidente que não houve “mera movimentação de valores”, mas sim a utilização de estruturas complexas no exterior, em ambas as pontas, para o pagamento de suposta propina”.
informações de; veja.abril.com.br

MORO; Não existe crime mais sério que a corrupção, outras ofensas violam uma lei, enquanto a corrupção ataca todas as leis

MORO; Não existe crime mais sério que a corrupção, outras ofensas violam uma lei, enquanto a corrupção ataca  todas as leis

MORO; Não existe crime mais sério que a corrupção, outras ofensas violam uma lei, enquanto a corrupção ataca  todas as leis

O juiz federal Sergio Moro responsável pela maior operação federal já vista no país, tem hábitos simples , mas apesar de se tornar o maior inimigo de muitos poderosos preferia andar sem guarda costas, deixando sua esposa Rosangela Moro bastante contrariada que temia a vida de Sergio Moro, hoje graças a Deus anda rodeado de seguranças.


A TRAJETÓRIA DE MORO
Moro se tornou especialista em crimes financeiros na justiça federal e
 presidiu grandes operações como farol da colina desmontando uma rede com 60 doleiros. Antes de tudo isso o juiz já causava grandes polemicas como juiz federal por se demostrar um juiz linha dura com os advogados, também orientava os réus que estavam sendo mau defendidos. Moro ficou conhecido como juiz dos velhinhos, ao beneficiar milhares de aposentados que tiveram acesso a justiça federal.

Sergio Moro tornou-se o maior juiz a prender políticos corruptos na historia de nosso país. Muitos não sabe , mas o juiz linha dura ja vem limpando o país a muito tempo atrás, esse é o grande medo dos políticos. O traficante Fernandinho beira Mar foi condenado em 2008 por Sergio Moro, e na condenação o juiz deixa claro que o traficante faz do crime sua profissão, isso os políticos também fazem.

A  carreira de Moro é marcada pela sua competência;
""Não existe crime mais sério que a corrupção, outras ofensas violam uma lei, enquanto a corrupção ataca a fundação de todas as leis, sobre nossa forma de governo toda autoridade está investida no povo, e é por ele delegada que representam nos cargos oficiais, não existe ofensa mais grave, do que daquele que é depositada a tão sagrada confiança que a vende para o seu pro pio ganho e enriquecimento, e não menos grave é a ofensa do pagador de propina, é pior que o ladrão, o ladrão rouba um individuo, enquanto o agente corrupto saqueia uma cidade inteira ou um estado, disse Moro em uma palesta"".

Moro vem fazendo sua parte para o bem de toda nação, é por esse motivo que devemos apoiar em todas as circunstâncias, independente de acertos ou erros. viva a lava jato.






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